Solar

Solar séc. XVII, XVIII, XIX

Casa MUSEU do "Brasileiro" - José Alves de Freitas

Palácios

 

 

 

 

 

Estratificação vertical burguesa - As fronteiras na Casa do "Brasileiro"

  1. O palácio

  2. Casa Apalaçada

  3. Os palacetes e Chalés

  4. As fachadas

  5. Jardins Privados

  6. A Vivências do Privado

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

  • Os emigrantes de retorno edificam as suas habitações, definindo um recorte arquitectónico original.

  • São o referente de uma nova existência social simbólica e de novas vivências económicas.

  • Marcam uma estrutura urbana de novas ruas e praças, à imagem das que conheceram do outro lado do Atlântico e que lhes deu a fortuna.

  • Surgem no campo como monumentos exóticos e estranhos.

  • A cidade passou a ser o lugar privilegiado para o retorno dos que possuíam projectos de investimento comercial e de continuação de urbanidade.

 

ARQUITECTURA E A CONSTRUÇÃO DA DIFERENCIAÇÃO SOCIAL BURGUESA

 

  • A arquitectura do «Brasileiro» gravita em torno de formas sincréticas.

  • As inovações arquitectónicas e decorativas da casa do Brasileiros representam, uma reprodução ‘desfocada’ de soluções formais de uma arquitectura ‘elegante’ adoptada na construção residencial brasileira, a partir de meados do século XIX, mercê da actividade de arquitectos e companhias de construção europeias:

    • um modelo onde pontuam influências da casa colonial vitoriana;

    • soluções formais afrancesadas, misturadas com algum revivalismo de cariz italiano.

 

  • A casa do "Brasileiro" de "Torna - Viagem" constituiu uma das representações mais evidentes desse retorno:

    •  quer na estrutura e fachada das edificações;

    • quer nas novas demarcações internas, dividindo espaços e pessoas, evidenciando novas hierarquias e novas fronteiras sociais.

 

As edificações remetem para um quadro de leitura urbana  da casa que poderão ser categorizadas em três tipos:

 

o palácio, a casa apalaçada e o palacete