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Solar

Solar séc. XVII, XVIII, XIX
Palácios





Palácio: 1860

Palácio: 1868

Palácio:1858

Palácio

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o palácio, a casa apalaçada e o
palacete
O palácio
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O palácio corresponde às casas largas e baixas, com
fachadas amplas e numerosas portas e janelas, linhas horizontais, compostas por
rés-do-chão, andar nobre, e mezanino, ou piso suplementar de
serviço onde são visíveis artifícios arquitectónicos que os mascaram.
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O palácio é a casa nobre, originária duma classe poderosa
e terratenente, que transfere o conceito da casa senhorial do campo, nas suas
características de largueza de espaço, afirmação de prestígio e domínio, para a
cidade, fazendo da sua residência uma espécie de solar urbano à beira da rua.
Esta solução arquitectónica,
no século XIX,
assemelha-se, em muitos dos seus elementos, aos palácios nobres:
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apresenta frontões, em tímpano
perfeito, truncado ou imperfeito, ou falsos frontões, incluídos na estrutura
do edifício e completando a linha das suas fachadas.
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As fachadas são lisas e
rebocadas a branco, quase sem motivos ornamentais, com varandas reduzidas
a uma pedra linear, pilastras de pedra, verticais, a toda a altura do
edifício.
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Em alguns casos valorizam a
horizontalidade, noutros, procuram a proporcionalidade entre o comprimento e
altura, buscando alguma harmonia, marcada pelos eixos das portas, janelas,
eixos das pilastras divisórias e divisão horizontal em andares.
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Nestas, o comprimento procura
aproximar-se da altura, em corpos por pilastra, mais ou menos
salientes.
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As divisões dos edifícios fazem-se,
normalmente, em três corpos: um central e dois laterais (sendo o central
mais comprido ou curto e saliente ou reentrante)
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Quando a divisão das fachadas
não se faz por corpos, a separação é feita por pilastras de pequena sacada,
que se correspondem nos diversos andares, dando a ideia de robustez aos
cunhais e à parede da frente.
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A divisão vertical em partes
iguais aumenta a importância do edifício.
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