|
Memória
No século XIX, a ficção literária descreve o emigrante que tem como destino o Brasil, como aquele que sai ainda criança, pobre, analfabeto, masculino e que regressa a Portugal com cerca de quarenta anos, senhor de grande riqueza, depois de ter trabalhado no Brasil em condições de trabalho muito difíceis.
O estudo das marcas de retorno do emigrante do Brasil deram origem à criação do Museu da Emigração e acrescentou novas perspectivas à historiografia e cultura lusófona, à imagem do vivido nos territórios de destino e sentidos para a leitura dos sítios históricos e museológicos.
|