Gestão

 

 

Estrutura:

 

.Gestão

.Parcerias

.Amigos

.Consultivo

.Pesquisa

.Contactos

.Arquivo

.Conteúdos

.Eventos

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Miguel Monteiro

 

 

Caberá à Câmara Municipal de Fafe aprovar a estrutura, organização e funcionamento do espaço museológico, nomear o gestor/coordenador do projecto e proceder à elaboração de protocolos com as diferentes instituições e pessoas envolvidas.

 

 

 

Propriedade

 Município de Fafe oficialmente registado

 

 

Gestor do Projecto/Coordenador


A nomeação do gestor do projecto é da competência das entidade gestora e instituidoras do projecto.


Cabe a este planear a instalação do espaço museológico, bem como promover todas as actividades do projecto, definir a estrutura, organização e funcionamento do espaço museológico.


Planear actividades a desenvolver.


Promover contactos com os colaboradores e instituições envolvidas no projecto.


Promover a criação, instalação e funcionamento dos Centros Documental e Informático.


Promover  contactos com diferentes entidades, instituições e pessoas que se tornem relevantes para o desenvolvimento do projecto, sendo mandatado pelas entidades instituidoras.

 

Propor a elaboração de protocolos e definindo o seu âmbito e objectivos.

 

Equipa executiva

 

Administrador executivo

Dr. Antero Barbosa Fernandes


Museólogo


Nomeado pelas entidades instituidoras, caberá ao museólogo definir as orientações estratégicas e actividades do espaço museológico seguindo as orientações do Coordenador.

 

 

 

Gestor de recursos documentais


Ao documentalista cabe recolher, seleccionar, organizar a bibliografia e documentação específica sobre emigração nacional, regional e local, bem como de outras fontes e registos do fenómeno da mobilidade e retorno nas suas múltiplas expressões.


O Centro de Documentação deverá proceder ao levantamento exaustivo em Portugal de registos identificativos nacionais, distritais e municipais de emigrantes, bem como no estrangeiro, através, nomeadamente, dos consulados.


Identificar, recolher e organizar bibliografia científica referente ao fenómeno migratório, no domínio científico e literário.


Recolher arquivos privados de famílias de emigrantes e outras formas de reconstituição de Histórias de vida e nomeadamente através da História oral.

 
Organizar registos de informação iconográfica: postais antigos, fotografia e outras fontes de informação visual significativa para o estudo da emigração e retorno.


Proceder ao levantamento das expressões de emigração retorno em todas as dimensões de transformação e caracterização do século XIX e XX.

 

Organização

Centro de Investigação/pesquisa e coordenação científica

É constituído pelos fundadoras, por Professores de Universidades e de Institutos Superiores e por entidades que têm protocolo com o Museu e tem como finalidade principal acompanhar cientificamente o projecto, bem como dar pareceres sobre as linhas orientadoras das suas actividades. O Centro de Pesquisa/Investigação deste Museu é coordenado por áreas :

Os membros deste Conselho Científico têm na SALA DO CONHECIMENTO o lugar privilegiado para a divulgação dos seus trabalhos científicos e participam do centro de investigação do Museu

O Conselho Consultivo

É constituído por Professores de Universidades e de Institutos Superiores e tem como finalidade dar pareceres sobre as linhas orientadoras das actividades do museu e integram o seu Centro de investigação/pesquisa

Entidades com protocolo de colaboração

Os municípios portugueses e estrangeiros, bem com as instituições de natureza cultural poderão aderir ao projecto, criando delegações do espaço museológico, contribuindo para o funcionamento e alargamento geral do sistema centralmente gerido: Universidades; Fundações; Associações de Emigrantes; Consulados Portugueses no Estrangeiro; Municípios Portugueses e/ou com protocolo de geminação; Associação Nacional de Municípios.

Delegações municipais

Os municípios poderão vir a constituir-se como parceiros através de elaboração de protocolos de adesão, estudados caso a caso, obrigando-se ao cumprimento das orientações do projecto, quer na actividades de alimentação da Base de Dados, quer em actividades, beneficiando da divulgação da sua história.

Delegações Internacionais e protocolos

O museu tem delegados coordenadores em diferentes países, representando a instituição por delegação do Coordenador Geral. Serão estabelecidos protocolos com Universidades, instituições e públicas e privados estrangeiras, tendo como a finalidade o cumprimentos dos objectivos fundadores do projecto.

Colaboradores e visitantes

Este projecto está concebido para a participação activa dos visitantes emigrantes, luso-descendentes ou Associações de emigrantes, usando a SALA DA DIÁSPORA, pela identificação nominal e descrevendo relatos da vivência de emigrante, os quais alimentarão a Base de dados. Esta Sala ganhará, ainda, amplitude com a colaboração permanente das instituições universitárias e a participação dos consulados.

Instalação

Este deverá possuir características arquitectónicas facilmente identificáveis com o fenómeno migrante (eventualmente uma casa de Brasileiro ou imóvel significativo), no qual seja possível detectar contextos da vivência migrante, expressos em documentos e objectos de mobiliário e iconografia da época e que permitam constituir o arquivo do Centro de Documentação e desenvolver actividades culturais de divulgação temática.

 

Financiamento

 

Um projecto amplo nas intenções e estruturado para o longo prazo tem o apoio da Câmara Municipal de Fafe, disponibilizando instalações, equipamentos, recursos técnicos e humanos.

 

Espera-se obter o apoio financeiro da Secretaria de Estado de Emigração, Secretaria de Estado das Comunidades, das dotações orçamentais provenientes de municípios associados, da prestação de serviços e da Associação de Amigos do Museu, quer sejam particulares ou empresas.

 

Conta com a possibilidade de vir a obter a colaboração do Instituto Português dos Museus e das instituições congéneres nacionais e estrangeiras.

 

 

Doações e Beneméritos do Museu

Após a doação, os objectos de qualquer natureza passam a ser propriedade intransferível e inalienável e consequentemente, não cabe, ao antigo proprietário, requerer ou solicitar responsabilidade ou vantagem sobre os materiais doados.

No caso de cedência temporária ou depósito à guarda do museu, cabe a esta entidade zelar pela sua conservação, garantindo a devolução definitiva ou temporária aos legítimos donos no prazo e condições protocoladas

Padre Joaquim Ferreira - Pároco da Freguesia de Quinchães, ofereceu diversas bobines cinematográficas de 16 mm - com abordagens a temáticas do Brasil, datadas c. 1930

Dr. José Manuel Ferreira e Miguel Monteiro, ofereceram colecções de Postais antigos de Fafe

Eduardo da Rocha Mendes,  oferta de documentação de família

João Rodrigues, (Paris) proprietário da RÁDIO PORTUGAL NO MUNDO ofereceu o espólio da rádio

Maria Luíza Vieira Campos e Carvalho - Documentos do fundo privado

Maria Eduarda Leite Castro - Documentos do fundo privado

Miguel Monteiro