Hospital Beneficência Portuguesa
 

 

 

 

 

«Sociedade Beneficente e Hospitalar da Colônia Portuguesa de Porto Alegre, isto é, Sociedade Portuguesa de Beneficência, foi fundada em Porto Alegre em 26/02/1854 pelo vice-cônsul honorário de Portugal, Antonio Maria do Amaral Ribeiro - 1º Presidente da Sociedade - na Av. Independência, ao lado da Igreja Nossa Senhora da Conceição e em frente a Praça Dom Sebastião.

     Os doentes da Sociedade que eram atendidos na Santa Casa de Misericórdia, depois de 1858 passaram a ser atendidos na casa nº 22-A da atual rua Cel. Genuíno, antiga Rua da Figueira, prédio comprado para seu funcionamento.

Em 31/01/1859, deu baixa o 1º paciente, português, solteiro com 26 anos e recebeu alta em 05/03/1860.

     O lançamento da pedra fundamental do Hospital em 1867, aconteceu no terreno doado pelo Dr. Dionísio de Oliveira Silveiro e sua esposa, Dona Maria Sofia da Silva Freire Silveiro.

Em 29/06/1870, inaugurava solenemente o novo prédio do Hospital da Beneficência Portuguesa, com a ajuda do Povo. Em 1871, a Capela acabara de ser construída.

     Diz Walter Spalding, em seu livro A BENEFICÊNCIA PORTUGUESA, p.102, que entre muitos, o Dr. José de Souza e Silva, residente em Rio Pardo, foi talvez o maior cirurgião daqueles tempos, em todo o Brasil.

Em 1836, na época da Revolução Farroupilha, foi aprisionado pelos revolucionários e logo solto, continuando a atender os feridos até o fim da revolução.

Foi um grande médico e benfeitor do povo de Rio Pardo, que construiu-lhe um grande mausoléu como gratidão no cemitério da cidade, onde seu sepultamento foi verdadeira consagração.

Foi quem realizou a primeira operação de cabeça no Rio Grande do Sul e talvez no Brasil.»http://www.fotonadia.art.br/curriculo.htm

«A Sociedade Portuguesa de Beneficência de Porto alegre, capital de Estado do Rio Grande do Sul, Teve no ano de 1925 a receita de réis 360:760$021 e a despesa de réis 209:765$590, ficando assim elevado o seu património à quantia de 1.4209:155$155$410.

Com os funerais de sócios falecidos dentro e fora do hospital gastaram-se 5.115$400, tendo sido inumados no cemitério privativo da Sociedade 43 cadáveres, dos quais 28 de sócios.

Em socorros estes foram gastos 2:088$000.

No hospital, durante o ano de 1925, deram entrada 268 sócios, e 454 particulares, tendo falecido também 14 sócios.

m 31 de Dezembro ficavam existindo no hospital 4 asilados e 2 pensionistas».

P.M 1927