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BANCOS
João José
dos Reis
Foi presidente honorário das Associações Comerciais do Porto e Lisboa, director -secretário do Banco do Brasil e da Associação Comercial do Rio de Janeiro, na qualidade de representante do comércio português.
Fundou diversas companhias de seguros: Garantia, Confiança e fidelidade, além da Companhia Comércio e Lavoura.
------------------------------------------------------------------------ MIGUEL JOSÉ RAIO , VISCONDE E BARÃO DE SÃO LÁZARO, Membro do Conselho Fiscal do Banco do Minho (de que foi um dos fundadores)
Fortunato Jorge Guimarães Barateiro, Fortunato Jorge Guimarães Barateiro nasceu a 4 de Janeiro de 1835 na rua Nova do Muro (rua Nova do Comércio), na casa com número 99 a 105, de que eram proprietários os pais José Joaquim Ribeiro Jorge e D. Maria José de Sousa Jorge, negociante de couros e cabedais para calçado.
Foi um dos fundadores e principal iniciador do Banco de Guimarães.
presidiu muitas vezes à assembleia geral. (...)
Director do Banco Comercial de Guimarães, ...
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António da silva Monteiro, CONDE DA SILVA MONTEIRO Sócio duma das principais casas da cidade do Rio de Janeiro... Foi vice-presidente do senado e presidente da Associação Comercial.
O seu acha-se ligado à empresa do Caminho de Ferro do Porto à Povoa de Varzim e Famalicão; à tanoaria a vapor; à fábrica de Papel de Ruães; Companhia Aurífera; à companhia de Navegação a vapor; à companhia mineira e metalúrgica do Braçal; aos albergues nocturnos; à criação e sustentação de bancos.
Foi director do palácio de Cristal, fundador do Hospital de Crianças, vogal do conselho de beneficência do distrito, mesário da Santa Casa da Misericórdia, presidente da associação dos bombeiros voluntários, accionista e sócio de quase todos os estabelecimentos Bancários e grémios científicos, nomeadamente a Sociedade de Instrução.
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VISCONDE DE
BARREIROS
JOSÉ DA SILVA FIGUEIRAS
Em 1881 foi eleito procurador à
junta Geral do distrito do Porto, e em 85 reeleito membro da comissão
executiva da mesma junta.
Exerceu mais os cargos de
presidente da Real Associação de Beneficência do Porto, sócio honorário
da Associação Comercial do Porto e Associação dos Artistas de Coimbra;
presidente da comissão de beneficência de Barreiros, sócio da Sociedade
de instrução do Porto.
Foi membro do conselho fiscal do
Banco Comércio e Indústria, proprietário das minas carboníferas de Valdeão.
Pertenceu ao ao conselho fiscal
das minas de Pejão, sendo o seu principal accionista das sociedades
Mutuaria e Parceria Pesquisadora Portuense, membro do sindicato dos
caminhos de ferro à fronteira de Portugal.
A ele se deve o importante túnel em
construção da estação de Pinheiro à Alfandega, no Porto.
Pertenceu à sociedade empreiteira
dos ramais da santa Combadão a Viseu, da Foz do Tua a Mirandela.
Esteve muitos anos no Brasil, onde granjeou fortuna, tornando-se
capitalista no Porto para onde veio residir de volta a Portugal. Morreu
se
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