| 1 - Manuel Leite
Pinto de Lemos e de Josefa Saldanha de Santa Marinha e materno de Jerónimo
de Castro Abreu de Magalhães e de Maria Barbosa Abreu e Bacelar de São
Nicolau de Basto.
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1.1 - António Leite Pinto
Saldanha de Miranda, da Casa de Ambrões, freguesia de São Jorge da Várzea,
Felgueiras e de Leonor de Castro Abreu e Magalhães (nasc. 1800), da
Casa do Santo- Fafe.
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| 1.1 - António Leite Pinto
Saldanha de Miranda, da Casa de Ambrões, freguesia de São Jorge da Várzea,
Felgueiras e de Leonor de Castro Abreu e Magalhães (nasc. 1800), da
Casa do Santo- Fafe.
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1.1.1José Leite Pinto
Saldanha de Miranda, 25/1/1827, e de Maria dos Prazeres Castro Abreu
Figueiredo
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| 1.1.1 José Leite Pinto
Saldanha de Miranda, 25/1/1827, e de Maria dos Prazeres Castro Abreu
Figueiredo
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1.1.1.1 - Bento de Castro Abreu, emigrou
para o Rio de Janeiro em 1/2/1895, com 26 anos de idade, é referido no
seu passaporte como proprietário, sobrinho de outro «Brasileiro»
Fernando de Castro Abreu e Magalhães, que apoiou financeiramente a
construção da casa do Santo Novo.
Era filho de José Leite Pinto
Saldanha de Miranda, 25/1/1827, e de Maria dos Prazeres Castro Abreu
Figueiredo.
Neto de António Leite Pinto
Saldanha de Miranda, da Casa de Ambrões, freguesia de São Jorge da Várzea,
Felgueiras e de Leonor de Castro Abreu e Magalhães (nasc. 1800), da
Casa do Santo- Fafe.
Bisneto paterno de Manuel Leite
Pinto de Lemos e de Josefa Saldanha de Santa Marinha e materno de Jerónimo
de Castro Abreu de Magalhães e de Maria Barbosa Abreu e Bacelar de São
Nicolau de Basto.
José Leite Pinto Saldanha de
Miranda, vendo que a Casa do Santo se tornava pequena, mandou construir
a Casa do Santo Novo, concluída em 1869, situada na rua Major Miguel
Ferreira, actualmente propriedade da Câmara Municipal de Fafe.
Fazia parte da propriedade o Solar do Santo Velho com Brasão do Século
XIX e a quinta anexa, exproriada para expansão da cidade.
A Casa do Santo Novo apresenta
características arquitectónicas do tipo neoclássico, estando a sua
fachada muito distanciada do alinhamento da rua. Ao distanciar-se da
rua, parece reconfirmar um estatuto social de família aristocrática,
ao contrário do que acontece com as restantes casas de
“Brasileiros” de Fafe.
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