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Miguel Monteiro 

 

 

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Boa noite!

Venho aqui solicitar auxílio dos vossos apreciados conhecimentos referentes a emigração de portugal.
Estou em busca por dados de José ........., e seus familiares em portugal(coimbra).
Desta pessoa sei somente a filiação dele: Victorino ............, nasceu na cidade anteriormente citada. Não tenho nenhum dado a mais, no entando gostaria muito de descobri-los e localizar familiares.
Através do seu conceituado trabalho venho pedir auxilio, informações ou esclarecimentos de como poderei obter as informações que procuro.
Deixo registrado o apreço por vosso conceituado conhecimento e tambem larga gama profissional no ramo da pesquisa, creio que estou assim procurando a pessoa adequada para minha busca.
Grata por vossa atenção, fico no aguardo de um breve retorno desse meu email, mui,

Atenciosamente,

 

Uberaba,15 de Março 2007

Bom dia, me chamo Marcelo, sou Brasileiro e Bisneto de Imigrante Português. Para solicitar a Cidadania Portuguesa preciso da Certidão de Nascimento de meu Bisavô que nasceu na Provincia do Douro em Portugal. O nome do meu Bisavô era : Manoel ............, filho de José ............ e de Maria ............ e nasceu no dia 15 de Agosto de 1870 ou aproximado. Segundo relatos da Família ele viveu numa cidade de nome MIRA, mas não se sabe se ele nasceu nessa localidade, pois sempre dizia que era do Porto.

Gostaria de saber como fazer para conseguir encontrar a Certidão de Nascimento do mesmo.

Desde já agradeço resposta.

Marcelo

Caro Srs Responsaveis pelo Depto de Pesquisas do Museu do Emigrante

Estou a busca da Data de Nascimento e a Cidade de Portugal onde nasceu meu tataravo Jose Spinola de Souza, este nasceu em Portugal e viveu na Bahia-Brasil em Paramirim estado de Bahia.

Visto ele ter saido de Portugal em meados de 1850 , acredito que voces tenham algum registro de sua saida. ou possam me indicar onde posso proceder com esta pesquisa.

Seu pai se chamava Manoel Spinola Ataydes e sua mae Francisca Spinola Ataydes, deixou o filho Jose de Souza Spinola Junior e a esposa Felicissima Maria de Jesus.

Jose de Souza Spinola faleceu em Paramirim em 04/07/1901 na cidade de Paramirim-BA

Grato

Favor enviar-me uma resposta via email.

Que a paz, amor e felicidade esteja em vossos coracoes.

Ex.mos Senhores,

Terão no vosso Museu alguma poesia, ou outro tipo de texto,  que retrate a emigração " a salto" para Espanha e/ou França? (Miguel Torga? Eugénio de Andrade ? ).

Agradecia muito esta informação, com alguma urgência.

Com os melhores cumprimentos,

Maria

Bom dia!


Sou aluna do 4º ano da licenciatura em Sociologia, da Faculdade de Letras da Universidade (...). No âmbito da disciplina de Sociologia das Ruralidades, preciso de elaborar um projecto de investigação, num contexto com marcas de ruralidade.
Como optei pela temática da emigração, gostaria de lhe solicitar que me enviasse mais informações acerca do Museu da Emigração, nomeadamente no que concerne à sua localização e principais características.
Paralelamente, e tendo em linha de conta o facto de o projecto ter de se basear num contexto específico, gostaria que me indicasse quais as freguesias do concelho de Fafe onde a emigração tem as maiores percentagens, de forma a que eu possa delinear os traços gerais do projecto.


Desde já agradeço a sua disponibilidade e atenção, aproveitando para lhe desejar um bom fim-de-semana.

Atenciosamente

.........

Ilmo. Srs. do Museu da Emigração,

Eu, SILVESTRE CRISPIM GONÇALVES NÓBREGA MAGALHÃES, a pedido do Consulado de Portugal no Brasil, venho, respeitosamente, solicitar a colaboração deste respeitável órgão em ajudar a localizar a CERTIDÃO DE NASCIMENTO, ou qualquer outra informação relevante, do Sr. José Gonçalves da Silva, cidadão português (naturalizado brasileiro), da região de Braga (não sei afirmar com precisão se é cidade, concelho ou distrito, não havendo nos documento que possuo a indicação direta do nome da freguesia de origem), nascido em 03 de abril de 1891, falecido no Brasil em 18 de abril de 1966, filho do falecido João Gonçalves da Silva e da falecida Maria Magalhães, ambos cidadãos portuguêses. Desembarcou no Porto do Recife (Pernambuco / Brasil) no mês de Agosto de 1913 em um vapor de nome Uligira vindo de Portugal. Por fim, gostaria de informar que estou disposto a pagar qualquer custo desta pesquisa ou de gratificar a pessoa que se dedique a realizá-la, a qual é de grande importância para o estudo da genealogia de minha família e para ingresso no processo de nacionalidade de meu avô, cuja idade já é bastante avançada, tendo o mesmo já passado por uma cirurgia devido a um câncer na prostata, fato que me faz pedir urgência para com o caso, onde completo quase 03 (três) anos de pesquisa sem um resultado satisfatório.

Agradeço desde já pelo empenho,

Silvestre

 

Sou neto de cidadão português e há muito venho tentando dupla cidadania, mas estou encontrando dificuldades para conseguir cópia da certidão de nascimento dele.

Agradecería muito se pudessem me auxiliar nesta tarefa. Se possível passe-me as coordenadas por e-mail. Para auxiliar sua pesquisa, informo dados de meu avô.

Manoel Póvoa, nascido em 18.01.1865, registrado no Concelho de Coimbra, Pt, filho de Francisco Póvoa e Joaquina da Cruz Barrela. Mudou-se para o Brasil no ano de 1883.

Agradeço antecipadamente. José

Rio de Janeiro

Antes de mais, parabéns por esta iniciativa!

Trata-se dum grande projecto para reflectir sobre o diálogo entre culturas,  gerações e sociedades. Vivemos um tempo onde a pressa, o hedonismo e o individualismo furou a dita civilização mundial, onde o paz a liberdade, a solidariedade, o diálogo intercultural se desvanece...numa palavra, os Direitos Humanos estão por cumprir! Ainda é exigência do nosso tempo procurar respostas para as velhas questões kantianos: quem sou, de onde venho, para onde vou ou se preferirmos, o que é o homem.

Ainda fico pasmado com os dramas actuais da emigração portuguesa na união europeia: racismos, escravaturas, explorações e violências de toda a ordem. Por isso todas as acções vindas ao encontro do diálogo intercultural, com mais ou menos pompa ou aparato, são sempre bem vindas. Juntar pessoas, organizar debates, colocar questões

é sempre uma tarefa corajosa.

(...)

Um grande abraço!

Prezado Sr. Miguel

Sei que deve ser uma pessoa muito ocupada, mas lhe peco encarecidamente, por favor me ajude.

Meus avos maternos eram portugueses e foram para o Brasil.

minha avo - carlota ....... nascida em São Martinho do peso em 3 Fevereiro de 1919 já localizei sua certidão na conservatória de MOGADOURO

 meu avo.

nascido em 28 de Fevereiro de 1912 cidade?? aqui começam meus problemas..as poucas pessoas que estão vivas na família dizem que ele e era de TRÁS - OS - MONTES outros dizem que ele era de BRAGANÇA, suas famílias foram para o Brasil não sei em qual ano mas imagino que foi por volta de 1930 talvez um pouco antes os dois se casaram em São Paulo na igreja do calvário em São Paulo

Meu problema e esse preciso averbar o casamento em Portugal antes de dar inicio a cidadania para minha mãe.

Meu avo na verdade chamava-se ALBERTO .........., mas perdeu seus documentos no Brasil, e quando tirou  os doctos no Brasil ficou apenas ALBERTO ..........

filho de MANUEL ................ E ROSALINA ..........................

POR FAVOR, SE PUDER ME DE UMA LUZ, LHE PECO ENCARECIDAMENTE.

LHE SEREI ETERNAMENTE GRATO.

OBRIGADO

 AUGUSTO

 

 

Meu nome é Carlos ......, sou de Manaus - Amazoanas - Brasil e meu pai procura a muito tempo e sem sucesso, conseguir a certidão de nascimento de meu avô ou avó, mais está muito difícil pois o único documento que temos é a certidão de casamento deles que foi celebrado aqui em Manaus. Deixa eu explicar melhor...

Meu Avô Alvaro........, nascido em 29/03/1876, filho de Antônio ....... e Anna ....... e minha avó Maria de Jesus Loureiro, nascida em 01/11/1890, filha de Azuil...... e Delmira ........, todos eles segundo a certidão de casamentos, são do Reino de Portugal.

O casamento de meus avós aconteceu aqui em Manaus, em 24/10/1908. E só temos essas informações porque constam na certidão de casamento.

Gostaria que me ajudassem de alguma forma a conseguir a certidão de nascimento de pelo menos um de meus avós, ou alguma informação que me ajude a consegui-las.

Desde já agradeço.............


Estive estes dias na Conservatória Geral de Guimarães procurando a certidão de minha avó Maria Martins Pinto, nascida em 17 de agosto de 1901, em São Martinho, de lá me mandaram para o arquivo, e aí também não havia nada. Disseram-me aí que devia ir às paróquias, mas não havia tempo de continuar.
Estive também em Nelas e Seia a procura da certidão de meu avô. Por contato telefônico informaram-me que o registo dele: João dos Santos Saraiva, nascido em Lapa dos Tourais, em 19 de Fevereiro de 1899, filho de Albino dos Santos e Maria Saraiva, estava no Arquivo Distrital da Guarda. Como não havia mais tempo, não pude continuar minha busca.
Como estarei em Portugal até dia 3 de Fevereiro, gostaria de saber como posso pedir estas certidões por e-mail ou por telefone e enviar os custos.
Podem me consegui os endereços, email ou telefone destes lugares?
Teresa
Hotel Florescente
R. Portas de Antão 99
tel 213 426 609 fax 23 427 733
Lisboa

Miguel, boa noite!!!

Este é uns dos e-mail que estou enviando mas Feliz, mais muito felizzzzzzzzzzzzzzzz.
Localizei a Certidão de meu avô, estava realmente em Vinhais. ano 1912.
Não sei como lhe agradecer pela sua gentileza, sempre me ajudando e tirando minhas dúvidas, fique sabendo que sua ajuda foi de estrema importância.

Que Deus lhe abençoe.

Até mais.

Elis Regina
Sertanopolis - Pr - Brasil.


Boa Noite:

Gostaria de uma informação .....

Estou tentando  localizar os documentos de meu avô materno, ele veio  de Portugal com 16 anos , seu nome:

Fausto .........................pai:Antonio .........

                                    mãe : Maria .......................

                                    nascimento: 16/09/1891.

Segundo  minha mãe ele teria  nascido  em Sande e se veio com  16  anos para o Brasil deve ter  sido no ano de 1907. 

Tem alguma  maneira  que  voces possam me ajudar?

Sem  mais  , somos atenciosamente

Mercedes

Prezados, boa noite!!!

Gostaria de saber vcs localiza Certidão de Nascimento em Portugal, preciso da certidão de meu avô, já mandei vários e-mail para alguns conservátorio mas não foi localizado.
Moro no Brasil e mau avô veio para cá no ano de 1924, tenho em mão seu passaporte onde consta que ele Nasceu em Penhas Juntas, mas não diz o ano.
Em seu passaporte consta que tinha 11 anos quando veio, provavelmente nasceu
1913 mais ou menos.

Aguardo

 

From: Cristiane
Sent: sexta-feira, 17 de novembro de 2006 16:37
To: 'geral@museu-emigrantes.org'
Subject: Pesquisa de emigrante José

 

Prezados,

 

Gostaria de receber um retorno sobre o email abaixo.

 

Necessito localizar o local preciso de nascimento do meu avô e para isso necessito da contribuição desta instituição.

 

Como devo proceder?

 

Desde já agradeço!

 

 

Cristiane ...........


 

Prezados Senhores,

Tenho feito uma pesquisa dos meus ascendentes tanto por parte de meu falecido pai e de minha mãe e deparei-me com o site do Museu dos Emigrantes onde pude obter os endereços dos e-mails a quem me dirijo.

Me chamo Janio (...), 46 anos, nascido no Município de Barcelos no estado do Amazonas-Brasil , morando em Brasília - DF. Neste ano de 2006 ,herdei de meu avô , Affonso (...), um pedacinho da floresta amazônica (1.244.8025 hectares), terras que pertenciam ao meu bisavô português JOSÉ (...) desde o ano de 1922 (data do Título Definitivo). Gostaria imensamente da ajuda dos senhores responsáveis pelos arquivos da Diáspora portuguesa para o Brasil, mais exatamente para o Estado do amazonas, no sentido de localizar algum parente deste meu Bisavô que só sabemos que era casado em Portugal e teve uma filha em Portugal .

Sei também que ele retornou para seu País tendo falecido 05 anos após sua chegada na sua terra natal. Será que poderia encontrar algum registro e ou documento ou mesmo sua certidão de nascimento ou de óbito?

Sei que tenho poucos dados a respeito dele, porém ainda tenho esperanças de localizar algum documento e assim então poder, quem sabe, encontrar seus descendentes e meus parentes portugueses. Seria uma alegria imensa.

Estou disposto a efetuar o pagamento de eventuais despesas.

Desde já, agradeço a ajuda vultosa que hão de me dar, ficando no aguardo de suas respostas

Um forte abraço,
 

 


 

Sr. MIGUEL MONTEIRO,

 

Sob orientação do CONSULADO GERAL DE PORTUGAL em SÃO PAULO, enviei uma Carta para a Conservatória do Registro Civil de Celorico de Basto, pois lá se situa a Freguesia do Rego, tendo em vista que GUILHERME (...) declarou em sua CERTIDÃO DE CASAMENTO que nasceu em VILLA REGO em 16 de março de 1891. Assim, tivemos como resposta que deveríamos recorrer ao ARQUIVO DISTRITAL DE BRAGA. Então, via telefone estabeleci contato com o Sr. Felipe, que procedeu à pesquisa e não localizou a tal CERTIDÃO DE NASCIMENTO.

Desta forma, recorri aos demais ARQUIVOS DISTRITAIS. Mas, estes exigem o local correto de nascimento, e isso é, justamente, o que desconhecemos.

Um funcionário da Conservatória de Peso da Régua, disse-me que talvez, no passado alguma localidade se denominava VILLA REGO, e possivelmente, teve seu nome alterado. Será que esse é o caso?

Em seguida, recorri às Dioceses, pois a CERTIDÃO DE BATISMO traz a localidade do nascimento. Mas, as respostas também foram negativas. Alegam as Dioceses que as CERTIDÕES DE BATISMO não estão em seu poder.

NÃO SEI MAIS A QUEM RECORRER.POR FAVOR AJUDE-ME!

 OBRIGADA,

NUELY


 

Prezado Sr. Miguel Monteiro

Peço-lhe autorização para reproduzir numa publicação acadêmica que estou preparando algumas fotos exibidas no sítio do Museu dos Emigrantes. Sou professor de uma universidade pública brasileira (a Federal da Paraíba).

Com os melhores cumprimentos
Prof. Doutor Alberto Sousa

Prezados Senhores,

Tenho feito uma pesquisa dos meus ascendentes tanto por parte de meu falecido pai e de minha mãe e deparei-me com o site do Museu dos Emigrantes onde pude obter os endereços dos e-mails a quem me dirijo.

Me chamo Janio Bosco Gandra, 46 anos, nascido no Município de Barcelos no estado do Amazonas-Brasil , morando em Brasília - DF. Neste ano de 2006 ,herdei de meu avô , Affonso Silvério da Cunha, um pedacinho da floresta amazônica (0.000.0000)), terras que pertenciam ao meu bisavô português JOSÉ SILVERIO DA CUNHA desde o ano de 1922 (data do Título Definitivo). Gostaria imensamente da ajuda dos senhores responsáveis pelos arquivos da Diáspora portuguesa para o Brasil, mais exatamente para o Estado do amazonas, no sentido de localizar algum parente deste meu Bisavô que só sabemos que era casado em Portugal e teve uma filha em Portugal .

Sei também que ele retornou para seu País tendo falecido 05 anos após sua chegada na sua terra natal. Será que poderia encontrar algum registro e ou documento ou mesmo sua certidão de nascimento ou de óbito?

Sei que tenho poucos dados a respeito dele, porém ainda tenho esperanças de localizar algum documento e assim então poder, quem sabe, encontrar seus descendentes e meus parentes portugueses. Seria uma alegria imensa.

Estou disposto a efetuar o pagamento de eventuais despesas.

Desde já, agradeço a ajuda vultosa que hão de me dar, ficando no aguardo de suas respostas

Um forte abraço,

 

---- Original Message -----

From:

Bom dia.
Sou brasileiro e tenho minha avó nascida em Portugal e gostaria de pesquisar o nome correto da mesma para que eu possa dar entrada em um processo de cidadania no consulado de São Paulo, Brasil.


Ao solicitar as certidões aqui no Brasil me deparei com uma diferença entre os nomes nas certidões de casamento e óbito da mesma, sendo assim antes de iniciar todo o processo de cidadania, seria bom que todos os nomes estivessem corretos.
Venho através deste solicitar o obséquio de realizar a verificação no seu assento de nascimento.

Nome : Benilde (...) ou Benirde (...)
Filiação: Antônio (...) e Anna de Jesus ( ou Anna (...) Data de nascimento : 22/09/1901 Concelho : Resende Freguesia : Barrô Local : Portigens ( Esta era a localidade que ela dizia que morava em portugal. ) Veio p/ o Brasil entre os anos de 1907 a 1910 com a irmã Deolinda Preciosa Monteiro pelo Porto de Santos Sao Paulo.
Irmãos : Luiz, Antônio, Manoel, Manoel Felício, José, Maria, Joaquim, Deolinda Preciosa, Margarida e Alzira.
Faleceu em Portugal em Barrô : Manoel Felício Monteiro e Alzira.
Manoel (...) o teve duas filhas nascidas em Portugal na freguesia de Barrô : Libânia e Maria que também vieram p/ o Brasil.
Os demais irmão também vieram p/ o Brasil em anos distintos.

Desde já agradeço.
Grato.

Alexandre Cury

 

As iniciativas nacionais de integração e de diversidade cultural

Encontro Internacional de especialistas

Roma de 23 a 25 de Outubro de 2006

 

To: 'coordenador@museu-emigrantes.org '

Ex.mo(a) Senhor(a),

A UNESCO e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) organizam um encontro internacional de especialistas de Museus das migrações, integração e diversidade cultural, que decorrerá em Roma, na sede da Comissão italiana para a UNESCO, de segunda-feira 23 até quarta-feira 25 de Outubro de 2006.

Este encontro que reúne os representantes dos principais museus das migrações pelo mundo visa favorecer as trocas de experiências, de conteúdos e de boas práticas entre os países de acolhimento tendo desenvolvido iniciativas deste tipo, contribuindo para a criação de uma rede internacional de especialistas que continuará a trabalhar após o
encontro. Poderá encontrar mais informações acerca deste encontro no  documento em anexo.

Gostaríamos de enviar um convite ao vosso museu, […] director ou outro representante que terá de ser um especialista das questões de migração, integração, diversidade cultural e/ou memórias e narrativas. […] para participar activamente neste encontro internacional e na rede de especialistas […].

Estamos ao vosso dispor para quaisquer informações acerca deste Encontro Internacional de Especialistas de Museus das Migrações, Diversidade Cultural, Integração dos Migrantes.

Obrigado pela vossa colaboração,

Cordialmente,

Unidade de Integração Psicológica e Cultural
Organização Internacional sobre Migrações (IOM)
Roma, Itália

 

 

Caro Miguel,

não tenho palavras para agradecer tamanha gentileza. (...)  Fiquei em dúvida quanto ao sobrenome PINTO, visto que na certidão de nascimento do meu pai consta PINHO   e não PINTO. Quero crer que tenha sido algum erro de sotaque entre o meu avô e a pessoa que lavrou a certidão. Estou curiosíssima para saber se tenho algum parente vivo em Fafe ou em qualquer outra parte de Portugal. Preciso lhe dizer que meu pai também se chamava Leonardo (...) e que nasceu no Brasil. (...)  -  Mais uma vez, muitíssimo obrigada por tudo. Caso consiga alguma informação sôbre parentes meus por favor me avise. Nessa árvore que o Sr. me enviou consta que meus bisavós tiveram 13 filhos e que um dêles chamava-se João, nascido em 6/6/1855, porém ao lado do nome vem um ponto de interrogação e não consta nenhum dado a mais. Quero crer que esse João seja o meu avô João (...) que veio para o Brasil e aqui morreu. Acho que a data de nascimento dêle vem de encontro com o nascimento do meu pai em 1897 estando então meu avô com 42 anos. Bom, (...) mas fiquei tão emocionada com todos esses novos. (...)

 Um grande abraço da amiga Regina

Ilmo. Sr. Miguel Monteiro,

Busco o registro de nascimento de meu avô JOSÉ RAMALHO VAZ DE BRITO.
Nascido em 19/01/1870, filho de João de Brito e Maria Josepha Ramalho de
Brito.
Meu avô era comandante da Marinha Mercante Portuguesa e faleceu no Brasil na
cidade de Manaus em 19/09/1930.
Obrigada por vossa atenção,

Veronica Galvão Brito.

Bom dia

Conheci o vosso site através de um grupo de discussão chamado Diálogos Lusofonos

Sou emigrante portuguesa desde 1978 aqui em São Paulo, Brasil, nasci em Coimbra (1960), morava em Lisboa quando vim com a minha família  as memórias dos emigrantes são tão diferentes que quem aí mora em Portugal é como se nós tivéssemos outra relação com o mundo!

Parabéns pela vossa iniciativa

atenciosamente

Constança

 

Prezados Senhores,

Venho solicitar a colaboração desse Museu para localizar descendentes do casal Albino Oliveira Guimarães e Luísa Mendes Oliveira, que consta da genealogia de Mendes de Oliveira Castro.

 O objetivo da pesquisa é obter mais informações sobre a casa que o casal possuiu de 1879 a 1890, na rua São Clemente, no Rio de Janeiro, hoje Museu Casa de Rui Barbosa, pertencente à Fundação Casa de Rui Barbosa.

Atenciosamente,

 

 

DE: Centro Comunitário Espaço Aberto  

        Santa Casa da Misericórdia de Ovar

        Portugal

TELEFONE: 256-58 26 82

TELEFAX: 256- 58 33 71

 

 

PARA: Museu do Emigrante

A/C.: Miguel Monteir

e-mail: geral@museu-emigrantes.org

 

DATA: 19/05/2006

N/Refª.: 49/06

N º PÁGINAS: 1

 

 

 

 

 

 

 

Exmo Sr.

A Santa Casa da Misericórdia de Ovar tem a funcionar no seu Centro Comunitário um Instituto Sénior vocacionado para pessoas com mais de 55 anos que mantenham gosto pela cultura, aquisição de conhecimentos e convívio. Dentro das várias disciplinas leccionadas temos a de “História” que, para além das aulas teóricas, se complementa com uma visita de estudo mensal e que no corrente de Maio será a Fafe. Gostaríamos, pois, de saber quais as possibilidades de facultar uma visita ao Museu do Emigrante, para um grupo máximo de 15 alunos acompanhados do professor da disciplina para o próximo dia 26 de Maio às 1000h.

Certa de que dará toda a atenção possível a este nosso pedido, aguardamos a vossa confirmação.

Sem outro assunto e agradecendo desde já a atenção,

Vera Marques

 

 

Estou tentando a solicitação do documento de nascimento de meu avô de nome ... Gomes Ferreira filho de .... Gomes Ferreira e ..... Gomes Ferreira, segundo informações teria nascido no ano de 1901 em Coimbra, porém seu casamento e obito foi registrado no Brasil na cidade de Jardinesia.

Fui ate esta cidade e consegui as certidõeso que me apresenta a cidade de Campinas como sendo de nascimento porém sabemos que ele era REALMENTE de Portugal e não entendemos o porque desta informação portando como não tenho certeza dos fatos gostaria de solicitar a gentileza dos senhores e me dar uma luz nesta procura ja que não tenho obtido muito sucesso, pois encontro me em outro país (Brasil). Desde já fico agradecido a gentileza e na espera de um contato.
Muitíssimo obrigado

--- França

 

Visconde de S. Lázaro

O Visconde de S. Lázaro, Miguel José Raio, nasceu a 7 de Maio de 1814 (403) - na Freguesia da Sé e faleceu a 14 de Agosto de 1875 no Bom Jesus do Monte, vítima de uma congestão ao receber a notícia da sua falência no Pará.
Teve no Brasil, de D. Maria Bernarda Ferreira Lucena, natural da freguesia de Santana da Campina no Estado do Pará cinco filhos, legitimados por escritura pública de 9 de Janeiro de 1860.
O filho varão, com o mesmo nome do pai (Miguel José Raio), formou-se em Engenharia pela Escola de Pontes e Calçadas de Paris. Para ocupar o cargo de Engenheiro dos Caminhos de Ferro Franceses, teve de se naturalizar francês e foi Comendador da Ordem de Cristo de Portugal e da Legião de Honra de França, país onde usou o nome de Vicomte Michel de Saint Lazare, tendo nascido em Santana da Campina, no Pará, a 7 de Outubro de 1850 e faleceu em Paris a ......(404).
Segundo contava meu pai, o nome da Gare de Saint Lazare, em Paris, tinha origem no seu nome. Só investigando se poderá ou não relacionar este facto.

(403) Livro de Nascimentos nº 7, Fl. 32 v. arq. dist. de Braga

(404) Arq. do Dr. Domingos de Araújo Affonso.

um abraço
Teresa Félix da Costa

Caro,

 Escrevo com o objetivo de encontrar alguma informação sobre onde poderia encontrar o Registro de Nascimento de meu avô, fiquei muito feliz ao encontrar o site do Museu do Emigrante que trata de uma maneira muito séria e profissional do registro e história dos emigrantes Portugueses, que como meu avô um dia deixou Portugal rumo ao Brasil.

Sou brasileiro e meu Avô chamava-se Joaquim ..... (nasc. em 01/01/1909-Vinhós) filho de Alexandre ..... (nasc. em 27/02/1883-....) e Angelina de Jesus (nasc. em 19/02/1881-........), eles chegaram ao Brasil no Porto de Santos em 03/Setembro/1912

Gostaria de explicar que já tentei obter tal informação nos seguintes locais mas não tive sucesso, pois não localizaram o registro nos arquivos de:

 -

-Arquivo Distrital de Braga

Apesar dos detalhes que tenho, os quais obtive no documento de identificação de estrangeiro já feito no Brasil, não consegui localizar o Registro de nascimento do meu avô, então pensei que talvez pelo registro de saída de emigrantes portugueses rumo ao Brasil poderia obter alguma pista, imagino que ele deveria ter partido de Portugal no mês de Julho ou Agosto de ......

Portanto gostaria de solicitar alguma orientação de como devo proceder para tentar localizar o registro de nascimento do meu avô.

Agradeço antecipadamente

Cezar

letter

 

DEAR MIGUEL MONTEIRO,

Many thanks to you for arranging the meeting in Fafe  last week to introduce to us the new Portuguese Emigration Museum in the Municipal House of Culture in Fafe.

My impression was that you are doing exactly the right things, especially to have the local politicians to be involved and commited to the project. 

I will send a separate letter of thanks to Dr. Jose Ribeiro suggesting a strong support to your Emigrant Museum. 

Our trip to Finland via Lisbon and Madrid was OK and we met the Ambassadors of Finland in both the countries. 

There was much work to do in my office after a trip of 8 days and I had to travel North to Seinäjoki for a meeting of the Finnish Emigrant Museum. I gave there a short report of our travel to Fafe and about your Emigrant Museum. Our project manager there is Ms Eija Kätkä and she has lived for 20 years in Spain before returning to Finland last year. 

I hope you two could perhaps get in touch by e-mail.  Perhaps you could develop a project and apply money from the EU. 

Eija knows Spanish language  as she lived in Spain for 20 years. She can understand Portuguise, so you could write to he in Portuguise. Eija´s e-mail is: 

I wish all the success to your Museum. Perhaps we will see in Sweden next year. 

with best regards


Olavi and Pirjo Koivukangas

Director Olavi Koivukangas
Siirtolaisuusinstituutti
Migrationsinstitutet
Institute of Migration
Linnankatu 61, 3 krs
20100  TURKU

O Brasil é Portugal e, de certa forma, Portugal é o Brasil

 

Caro Professor Miguel

Quando estive em Portugal, em 1995, me parecia que o século 19 era pouco explorado nas pesquisas das Universidades Portuguesas. Não comentei nada com ninguém até encontrar com um professor da Universidade do Algarve com quem tive oportunidade de conversar quase uma tarde toda. Depois de quase três horas de conversa, criei coragem e perguntei a ele se eu tinha razão sobre a falta de estudos sobre o
século 19. 

Fiquei surpreso porque a primeira resposta dele foi uma risada, na verdade uma gargalhada. E ele acrescentou: Por que nós portugueses iríamos estudar o
século 19 se esse é, para nós um século maldito no sentido das perdas? Preferimos estudar o século 15, o século 16, brincou ele.


No Brasil, acredito, acontece a mesma coisa, guardando as proporções. Até hoje, acredito que muita gente procura, no século 19, a articulação com a cultura européia, mas não com a portuguesa. Procura-se as descendências italianas e francesas, em detrimento da nossa origem lusitana. Isso me parece um engano, um erro fundamental.

O Brasil é Portugal e,  de certa forma, Portugal é o Brasil.

Acredito que todos os mecanismos de aproximação dos nossos estudos, das nossas pesquisas, são fundamentais para se conhecer o século 19 nos dois países.

Os laços entre Portugal e Brasil nunca foram cortados, ´nós temos percebido isso na Arquitetura. Fafe e Amparo são, para nós, como cidades irmãs.

Visitei Almerim em 1995. Almerim é uma cidade "brasileira", até nas intervenções, nas
contaminações, no uso da arquitetura dos anos 1950 e 1960. Eu me senti lá como se estivesse em qualquer cidade brasileira.

Além disso, o povo, embora o povo português seja mais reservado, nunca se passaram mais de duas horas para que a conversa fluisse como se os interlocutores se
conhecessem há muito.

Enfim, o Museu, as páginas Memória - Destino, são parte desses mecanismos de aproximação e de divulgação dessas culturas que me parecem muito parecidas.

Um abraço, Roberto

13-05-2005

 

Comunidades: Palacete brasileiro de Fafe vai acolher Museu da Emigração

 
Porto, 11 Ago (Lusa) - A Câmara de Fafe está a ultimar negociações para a compra de um palacete brasileiro de 1885, no centro daquela cidade, destinado a acolher o Museu da Emigração e das Comunidades, disse hoje fonte ligada ao processo.
De acordo com o coordenador do projecto, Miguel Monteiro, o negócio será acordado "mal uma comissão avaliadora reúna" para fixar o montante a pagar pelo município ao privado detentor do imóvel.
O secretário de Estado das Comunidades Portuguesas, António Braga, garantiu sexta-feira, precisamente em Fafe, no fecho da Convenção Cívica das Comunidades Portuguesas, o apoio institucional do Governo à instalação deste museu.
"Será analisada uma eventual comparticipação financeira do projecto, sendo certo que o Governo se associará a essa iniciativa", garantiu António Braga.
A criação do museu - que para já apenas tem existência na Internet - foi decidida há quatro anos pela Câmara de Fafe.
O imóvel brasileiro foi escolhido pela autarquia de Fafe para sede do museu porque tem características arquitectónicas facilmente identificáveis com o fenómeno migrante, "no qual é possível detectar contextos da vivência migrante, expressos em documentos e objectos de mobiliário e iconografia da época".
O museu tem como finalidade mostrar a evolução da emigração portuguesa para África, Brasil e países europeus desde o século XIX às primeiras décadas do século XX.
"Assenta na visibilidade da descoberta dos seus efeitos, decorrentes do cruzamento de povos e culturas, na história económica, social e, cultural nacional" e "funda a sua existência no facto de a mobilidade geográfica constituir um fenómeno estrutural da sociedade portuguesa, deixando marcas em todos os continentes", lê-se numa carta de intenções.
Uma área de investigação está aliada ao museu, existindo já um banco de dados com cerca de dez mil registos de emigrantes, correspondendo aos anos de 1834 a 1926 e referentes aos naturais ou residentes no concelho de Fafe.
"Também já estudamos 8.700 passaportes, que divulgamos na base de dados", disse o coordenador do projecto.
Entre outras valências, prevê-se igualmente a instalação de um Centro de Interpretação, que será estruturado em salas de reconstituição da origem, viagem, vivência migratória e retorno.
Entretanto, algum do espólio já reunido, referente às migrações para o Brasil no século XIX, pode ver-se até ao final do mês numa exposição patente no átrio da Câmara Municipal de Fafe.
Noutra exposição, na Casa da Cultura da mesma cidade, está patente, também até ao final do mês, a mostra documental "O Sonho Português - 25 Anos de Imigração Portuguesa em França".
A exposição foi concebida há uma década pela Federação das Associações Portuguesas de França (FAPF), tendo passado, em itinerância, por diversas localidades francesas e portuguesas.
Em Portugal, a mostra é exibida pela quarta vez, depois de ter passado, em anos anteriores, por Almancil, Coimbra e Guimarães, disse o presidente da FAPF, José Machado.
Em França tem sido "muito solicitada" por diferentes consulados, câmaras e pelo movimento associativo português, referiu o dirigente.
Histórias da emigração legal mas também os dramas da emigração "a salto" (clandestina) estão espelhadas nesta mostra em duas dezenas e meia de painéis e em excertos de publicações francesas.
A emigração para França começou no início dos anos 60 e em meados da década seguinte havia já mais de 860 mil portugueses naquele país.
Só em 1970 entraram em França 135 mil portugueses, 110 mil dos quais indocumentados.
"Esta é a história de um povo exilado nos confins da nostalgia (Ó), dos descendentes dos conquistadores que antigamente reinaram do Brasil a Macau e que foram mais uma vez, arrancados às suas ingratas terras", refere um dos textos patentes na mostra.
A exposição aborda também o florescimento do associativismo português em França (23 associações em 1971 e já quase mil no ano 2000), os arquétipos dos emigrantes (folclore, futebol e família) e os problemas dos luso- descendentes.

JGJ.

Lusa/fim

Olá Prof. Miguel

Queremos expressar o nosso apreço por esta iniciativa impar. Estamos à sua disposição naquilo que for necessário e agradecemos muito a sua visita.

Abraços

Pr. Henrique Terena
Mato Grosso

 

 

 

 

 

 

Prezado ...,
 
Envio esta mensagem na espera de estabelecer contacto com o (...) o museu da emigração e as comunidades portuguesas. A actividade que estão a desenvolver são muito importantes quer para os investigadores quer para os lusodescendentes espalhados pelo mundo fora.

Há mais de uma década que estou a desenvolver pesquisas relativas as migrações portuguesas e a as comunidades portuguesas na Argentina. Terei muito prazer em enviar alguma das separatas dos artigos o da minha tese de doutoramento (Rutgers University, 1997).
Gostava de poder colaborar com o museu e arquivo no futuro se houver oportunidade.
 
 Com os melhores cumprimentos,
 
 Marcelo Borges

 

Subject: Parabéns e muitas Felicidades!

 Hoje, navegando na Net, tive uma grata surpresa de encontrar-me com o Museu da Emigração. Você não imagina a minha felicidade e a minha profunda alegria.

A página está linda, muito bem funcional e com  uma programação visual de primeiríssima. (...)
Em 2003 tive de retomar as minhas atividades acadêmicas na Universidade Federal do Amazonas estando atualmente na chefia do Departamento de História.

 Mesmo assim, Portugal e todo esse belíssimo norte em que Fafe se inclui fortemente, vivem quase que cotidianamente em  minha mente. E as lembranças são muitas!

(...)
                                        Geraldo Sá Peixo
to Pinheiro

 

 

NOTICIAS   da  CONVENÇÃO  CÍVICA   de  FAFE

J. Verdasca

Terminou agora a Convenção Cívica das Comunidades organizada pela FAPF (Federação das Associações portuguesas de França) e pelo Museu da Emigração e Das Comunidades e do Município Fafense, organização eficiente e perfeita, quer aqui reuniu militantes das comunidades de todos os continentes, e cujas intervenções - objectivas, concretas, e de alto nível cívico - se constituíram numa grande lição de cidadania em prol dos anseios, interesses, e direitos da Diáspora portuguesa nos quatro cantos do Globo.

E talvez nenhum outro município português reunisse as condições que aqui encontramos, dado que Fafe esta intimamente ligada a Diáspora, não apenas pela maravilhosa obra já realizada com a implantação da casa da cultura em Porto seguro, como ainda - e especialmente - devido a ser o primeiro e único município português a criar um vasto e rico museu da emigração. E, para aquilatar do nível da Convenção, da profundidade dos temas debatidos, e dos resultados conseguidos, nada melhor que a conclusão dos trabalhos constante na carta que a seguir apresento:

 

 

V JORNADAS DE HISTÓRIA LOCAL DEBATEM MIGRAÇÕES COM A PRESENÇA DE ESPECIALISTAS

:: 2003-11-14

O Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Fafe promove a realização das V Jornadas de História Local, ao longo do próximo dia 21 de Novembro, uma sexta-feira. Assegurada está a participação dos melhores especialistas nacionais da área das migrações, de Universidades de Lisboa, Porto, Aveiro e Universidade do Minho.

A edição do ano em curso vai centrar-se fundamentalmente no tema “Migrações: História, Economia e Encontro de Culturas”, numa altura em que está em formação em Fafe o Museu da Emigração e das Comunidades Portuguesas, área que à Autarquia interessa abordar e aprofundar. Trata-se de um tema fundamental numa perspectiva nacional e local, se atentarmos a que Portugal tem mais de 4 milhões de concidadãos dispersos pelo mundo e que importa valorizar. Fafe é também um pouco “produto” das migrações, em especial para o Brasil, no século XIX e primeiras décadas de XX e para a Europa, no último meio século. Daí que se justifique a abordagem desse importante tema da História Nacional e, naturalmente, Local nas jornadas.

Tal como as edições anteriores, estas Jornadas dirigem-se à população docente dos estabelecimentos de ensino do concelho, aos seus diferentes níveis, aos estudiosos, historiadores e público em geral, prevendo-se a presença de mais de duas centenas de participantes.

O programa das Jornadas que se realizam a partir das 10h00 da manhã, inclui, na parte da manhã, as comunicações: “A Coroa e os particulares na formação económica do Brasil. 1500-1600”, pelo Prof. Doutor Aurélio de Oliveira (Faculdade de Letras da Universidade do Porto); “A Europa e as Europas – vectores e estruturação dos grandes surtos migratórios contemporâneos”,pela Prof. Doutora Maria Virgínia Coelho (Universidade Nova de Lisboa); “Mitos e realidades da emigração portuguesa, 1851-1973”, pelo Prof. Doutor Costa Leite (Universidade de Aveiro) e “O Brasil e o Ideário Republicano na Imprensa Portuguesa, 1889-1891”, pela Dra. Luísa Maria Gonçalves Teixeira Barbosa;

De tarde, a partir das 15h00, abordam-se os temas “Os efeitos da emigração (para a França) no Minho Interior”, Prof. Doutor Albertino Gonçalves (Universidade do Minho); “A imigração em Portugal: e Agora? O Caso dos Nacionais do Brasil”, pela Prof. Doutora Maria Beatriz Rocha Trindade (Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais / CEMRI – Universidade Aberta); "País de emigração ou país de imigração? Mudança e continuidade no regime migratório em Portugal", Prof. Doutor João Peixoto (Universidade Técnica de Lisboa); "Os Diários do Governo como fonte para o estudo da emigração portuguesa", pelo Dr. Aureliano Barata e "O museu da emigração e da comunidades – um desafio para a identidade lusófona em espaço web”, Mestre Miguel Monteiro.

A sessão de encerramento está prevista para as 18h00 e inclui a entrega do Prémio de História “Câmara Municipal de Fafe” à jornalista Paula Nogueira pelo seu trabalho “João Crisóstomo: Vida e Obra”.

No âmbito das V Jornadas de História Local vai ser lançada a obra “Fafe – Apontamentos de História Local”, de Artur Ferreira Coimbra e o nº 10 da revista cultural “Dom Fafes”.

As inscrições estão a decorrer até ao dia 18 de Novembro, devendo ser enviadas pelo correio ou entregues na Casa Municipal de Cultura ou pelo fax 253 490 909. Os interessados também podem inscrever-se via e-mail, para o endereço cmfafe.imprensa@mail.telepac.pt, indicando o nome, instituição onde trabalham, morada, telefone e outros contactos úteis.

Granja do Ulmeiro, 22 de Junho de 2004

Ex.mo Senhor Miguel Monteiro
Estou a reescrever um pequeno texto teatral sobre a emigração. Sou de Outeiro das Matas - Ourém, região de forte emigração, principalmente na  década de sessenta. O texto que estou a concluir já foi apresentado no salão da minha terra em Agosto de 1985. Agora vai ser alvo de algumas modificações porque uma parte dizia respeito à actualidade e a actualidade da emigração é outra. Como vivo perto de Coimbra não tenho tido possibilidade de participar e colaborar em actividades socioculturais na minha terra apesar de a visitar regularmente. Agora surgiu a oportunidade de recomeçar. O trabalho que tenho em mãos pretende ser uma homenagem ao emigrante e ao mesmo tempo um meio de trazer à memória essa época e dá-la a conhecer aos mais novos.

Integrado na peça pretendo apresentar algumas fotografias, não só da minha terra mas de locais de acolhimento e destino dos emigrantes nessa muito falada época de sessenta. Esta encenação, caso se venha a concretizar, será integrada na CENORÉM, um festival de teatro que a Câmara Municipal de Ourém tem desenvolvido desde há meia dúzia de anos.

Há dias ao fazer uma pesquisa no Google sobre emigração/imagens,principalmente em França, encontrei a exposição A emigração portuguesa em França. Pretendo fazer uma recolha de algumas imagens, também já fiz este pedido a alguns dos meus conterrâneos, para apresentar nessa peça. Não serão precisas muitas. Se V. Exa. puder dispor de algumas imagens de arquivo que nos falem do passado que me possa ceder ficarei muito grato. O objectivo é apresentá-las em video-projector durante a peça.

Por outro lado ao ver a exposição A emigração portuguesa em França surgiu-me a ideia de, com a devida autorização, a poder reproduzir para a expor no salão de Outeiro das Matas cuja Associação é ACROM - Associação Cultural e Recreativa de Outeiro das Matas, freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias (Castelo de Ourém) 2490 Ourém. Ainda hoje há muita gente que continua emigrada. Eu, por exemplo, tenho três irmãos que vivem na região de Paris. 

Apresento a V. Exa. os meus cumprimentos

António de Jesus Oliveira

Continuo na obstinada luta pela minha cidadania portuguesa. Não vejo a hora que este desejo seja alcançado. Hoje estive no Consulado Português da Bahia e obtive informações a respeito da nova etapa a ser vencida. Pediram-me a "Certidão Narrativa de Registro de Nascimento para efeitos diversos" do meu pai Francelino de Castro.

O registro é no. 20 do ano 1902 na Conservatória do Registro Civil de Fafe. Eu tinha a certidão conseguida com a sua ajuda..Acontece que forem efetuadas modificações legais quanto à data do nascimento, o acréscimo da certidão do casamento com a minha mãe e a certidão de óbito, que agora fazem parte desta informação.

O Consulado solicita o novo registro com estas alterações definitivas, afim de que eu dê segmento ao processo para alcançar a cidadania portuguesa. Como precisei da sua valiosa ajuda da outra vez, preciso mais uma vez. Estou a pedir o favor de que você obtenha este registro e me envie o mais rápido possível e os custos desta operação.

Agradeço antecipadamente este grande favor ao mesmo tempo que peço desculpas por todo este trabalho.

Aproveito ensejo para desejar, a você e a sua família, um Santo Natal e um Ano Novo repleto de felicidade e saúde.

(...) os votos de um Santo Natal e a alegria de um Novo Ano, com um até breve.


Abraços
Sonia

Museu de Fafe : Mensagem de Apoio e de Solidariedade

Caros amigos 

Desde ha alguns anos que um dos projectos da nossa Federaçao era o de participar à criaçao de um Museu da Emigraçao que fosse, ao mesmo tempo, um Centro de Documentaçao e de Informaçao sobre a problematica da emigraçao portuguesa no mundo. 

As mais diversas entidades a quem nos dirigimos nunca levaram a sério as nossas propostas, embora todos saibamos que um tal Museu seria, certamente, um dos mais visitados, porque em quase todas as familias portuguesas – sobretudo naquelas de mais fracos recursos- ha sempre uma historia de emigraçao;

Foi em boa hora e com alguma surpresa, no decorrer da Convençao das Comunidades Portuguesas, realizada o ano passado na Ponte da Barca, que assistimos à apresentaçao do projecto de Museu que, com o apoio da Câmara de Fafe, se preparava nesta cidade. 

Desde logo aderimos à ideia e ao projecto e, desde essa data, temos agido para ajudar a que esse projecto se transforme numa verdadeira realidade.

Sabemos todos que uma tal iniciativa levara algum tempo a ganhar a dimensao que todos desejamos, mas com o esforço de todos e de todas as comunidades portuguesas espalhadas pelo mundo, acreditamos, duro como ferro, que o Museu de Fafe sera um exemplo digno de registo e merecedor de todo o carinho e de todo o apoio. 

A nossa historia é parte integrante da historia do nosso povo, e é nosso dever preservar a memoria dessa epopeia, sobretudo agora quando os ultimos actores começam a desaparecer.

Ja nao temos um Ferreira de Castro, para imortalizar, em romances que ficaram na historia da nossa literatura, a historia da emigraçao e dos nossos emigrantes, os filhos do nosso povo "que nao couberam no berço", como tao bem os definiu o grande Miguel Torga. 

O Museu de Fafe guardara, para sempre, a memoria das nossas nossas vidas e historias.

Aqui poderao vir buscar inspiraçao e matéria de reflexao, muitos pesquisadores e outros estudiosos que, tantas vezes, sao obrigados a atravessar fronteiras para contactar com as nossas realidades e poder escrever sobre elas. 

A partir de agora, a cidade de Fafe, pela sua feliz iniciativa, ficara também na historia das cidades que se preocupam com a historia dos Fafenses, mesmo quando eles vivem para além fronteiras e, para além desses Fafenses, a historia de tantos portugueses, doutras regioes e doutras cidades, que sairao assim do anonimato a que foram lançados durante todos estes longos anos de afastamento, longo e doloroso, das suas terras e dos seus. 

Parabéns aos que arregaçaram mangas e uniram vontades para dar vida a tao lindo projecto.

O apoio ao Museu, no seio da FAPF, esta a cargo dos meus companheiros Parcidio Peixoto e Manuel Fonseca, grandes Fafenses e grandes activistas do movimento associativo português neste pais; com eles, transmito a todos os obreiros do Museu da Emigração as minhas mais sinceras saudações associativas, com a reafirmação do nosso empenho em colaborar activamente no seu sucesso, presente e futuro. 

José Machado

Presidente da Federação das Associações Portuguesas de França

Presidente do Conselho Mundial das Comunidades Portuguesas

COM PEDIDO DE DESCULPAS, Permita-me V.Exa. que deixe aqui um pequeno apontamento sobre a Emigração portuguesa no Canada que teve inicio precisamente ha cinquenta anos e que as Comemoracoes tem sido imensas e c/ sucesso.

-Foi a partir de 1953 que comecaram a chegar portugueses com destino as provincias de Quebec e do Ontario. Estas zonas sao ainda hoje os grandes polos de atraccao e de fixacao da nossa gente, mantendo-se mais de 50 por cento na provincia do Ontario, particularmente em Toronto. Em 1974 as estatisticas oficiais apontavam para mais de 91 mil imigrantes, sendo a maioria oriundos dos Acores (65% ?).Para estes continua a ser mais facil chegar ao Continente Americano do que propriamente a Europa. Neste continente facilmente se integram e a ele chamam ja a 10a. ilha acoriana.

 Em 1998, um Parlamentar Federal, ao falar da imigracao e mencionando dados estatisticos, referiu que a populacao canadiana de origem portuguesa ronda 900.000 do Atlantico ao Pacifico.

Inicialmente os portugueses viram-se destinados a actividades agricolas e linhas do caminho de ferro, mas em breve eles enveredaram pela construcao, industrias metalurgica, automovel e vestuario, sector de limpeza e construcao.

Mas este panorama alterou-se substancialmente com a chegada de tecnicos e profissionais nos varios ramos de actividades e com o conhecimento adquirido de uma das linguas oficiais.

Hoje existem em Toronto, Montreal e em outras cidades dezenas de empresarios, comerciantes e industriais, assim como  um    numero cada vez  mais crescente de luso-descendentes  com cursos universitarios e cursos tecnicos.

Ha medicos, engenheiros e advogados; altas especializacoes variadas...profissionais e industriais... artistas nas mais variadas facetas...estacoes de radio e televisao ...funcionarios do governo a varios niveis... vareadores e parlamentares.

 No Canada, ao contrario do que acontece em muitos paises europeus,os portugueses conseguiram implantar a sua cultura de forma solida. Assim nas grandes cidades podem encontrar-se areas predominantemente portuguesas, ruas com nomes portugueses nas fachadas de casas comerciais, onde podem comprar-se todo o genero dos produtos alimentares,desde as alheiras, chourico, das farinheiras ao presunto, do queijo a manteiga e dos pasteis de Belem a lampreia de ovos, alem de dezenas de restaurantes.

E ainda possivel assistir a missa em paroquias portuguesas, participar nas procissoes de Nossa Senhora de Fatima, do Senhor Santo Cristo dos Milagres, do Senhor da Pedra. na procissao e funcoes do Divino Expirito Santo ou nos arraais dos santos populares.

Assim dentro do segundo maior pais do mundo, um "Mini-Portugal" foi construido pelos imigrantes portugueses.

                                           Cumprimentos amistosos  -Mano Belmonte- Toronto/Canada

17-11-2003