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Boa
noite! Uberaba,15 de Março 2007 Bom dia, me chamo Marcelo, sou Brasileiro e Bisneto de Imigrante Português. Para solicitar a Cidadania Portuguesa preciso da Certidão de Nascimento de meu Bisavô que nasceu na Provincia do Douro em Portugal. O nome do meu Bisavô era : Manoel ............, filho de José ............ e de Maria ............ e nasceu no dia 15 de Agosto de 1870 ou aproximado. Segundo relatos da Família ele viveu numa cidade de nome MIRA, mas não se sabe se ele nasceu nessa localidade, pois sempre dizia que era do Porto. Gostaria de saber como fazer para conseguir encontrar a Certidão de Nascimento do mesmo. Desde já agradeço resposta. Marcelo
Caro Srs Responsaveis pelo Depto de Pesquisas do Museu do Emigrante Estou a busca da Data de Nascimento e a Cidade de Portugal onde nasceu meu tataravo Jose Spinola de Souza, este nasceu em Portugal e viveu na Bahia-Brasil em Paramirim estado de Bahia. Visto ele ter saido de Portugal em meados de 1850 , acredito que voces tenham algum registro de sua saida. ou possam me indicar onde posso proceder com esta pesquisa. Seu pai se chamava Manoel Spinola Ataydes e sua mae Francisca Spinola Ataydes, deixou o filho Jose de Souza Spinola Junior e a esposa Felicissima Maria de Jesus. Jose de Souza Spinola faleceu em Paramirim em 04/07/1901 na cidade de Paramirim-BA Grato Favor enviar-me uma resposta via email. Que a paz, amor e felicidade esteja em vossos coracoes.
Ex.mos Senhores, Terão no vosso Museu alguma poesia, ou outro tipo de texto, que retrate a emigração " a salto" para Espanha e/ou França? (Miguel Torga? Eugénio de Andrade ? ). Agradecia muito esta informação, com alguma urgência. Com os melhores cumprimentos, Maria
Bom dia! .........
Ilmo. Srs. do Museu da Emigração, Eu, SILVESTRE CRISPIM GONÇALVES NÓBREGA MAGALHÃES, a pedido do Consulado de Portugal no Brasil, venho, respeitosamente, solicitar a colaboração deste respeitável órgão em ajudar a localizar a CERTIDÃO DE NASCIMENTO, ou qualquer outra informação relevante, do Sr. José Gonçalves da Silva, cidadão português (naturalizado brasileiro), da região de Braga (não sei afirmar com precisão se é cidade, concelho ou distrito, não havendo nos documento que possuo a indicação direta do nome da freguesia de origem), nascido em 03 de abril de 1891, falecido no Brasil em 18 de abril de 1966, filho do falecido João Gonçalves da Silva e da falecida Maria Magalhães, ambos cidadãos portuguêses. Desembarcou no Porto do Recife (Pernambuco / Brasil) no mês de Agosto de 1913 em um vapor de nome Uligira vindo de Portugal. Por fim, gostaria de informar que estou disposto a pagar qualquer custo desta pesquisa ou de gratificar a pessoa que se dedique a realizá-la, a qual é de grande importância para o estudo da genealogia de minha família e para ingresso no processo de nacionalidade de meu avô, cuja idade já é bastante avançada, tendo o mesmo já passado por uma cirurgia devido a um câncer na prostata, fato que me faz pedir urgência para com o caso, onde completo quase 03 (três) anos de pesquisa sem um resultado satisfatório. Agradeço desde já pelo empenho, Silvestre
Sou neto de cidadão português e há muito venho tentando dupla cidadania, mas estou encontrando dificuldades para conseguir cópia da certidão de nascimento dele. Agradecería muito se pudessem me auxiliar nesta tarefa. Se possível passe-me as coordenadas por e-mail. Para auxiliar sua pesquisa, informo dados de meu avô. Manoel Póvoa, nascido em 18.01.1865, registrado no Concelho de Coimbra, Pt, filho de Francisco Póvoa e Joaquina da Cruz Barrela. Mudou-se para o Brasil no ano de 1883. Agradeço antecipadamente. José Rio de Janeiro
Antes de mais, parabéns por esta iniciativa! Trata-se dum grande projecto para reflectir sobre o diálogo entre culturas, gerações e sociedades. Vivemos um tempo onde a pressa, o hedonismo e o individualismo furou a dita civilização mundial, onde o paz a liberdade, a solidariedade, o diálogo intercultural se desvanece...numa palavra, os Direitos Humanos estão por cumprir! Ainda é exigência do nosso tempo procurar respostas para as velhas questões kantianos: quem sou, de onde venho, para onde vou ou se preferirmos, o que é o homem. Ainda fico pasmado com os dramas actuais da emigração portuguesa na união europeia: racismos, escravaturas, explorações e violências de toda a ordem. Por isso todas as acções vindas ao encontro do diálogo intercultural, com mais ou menos pompa ou aparato, são sempre bem vindas. Juntar pessoas, organizar debates, colocar questões é sempre uma tarefa corajosa. (...) Um grande abraço!
Prezado Sr. Miguel Sei que deve ser uma pessoa muito ocupada, mas lhe peco encarecidamente, por favor me ajude. Meus avos maternos eram portugueses e foram para o Brasil. minha avo - carlota ....... nascida em São Martinho do peso em 3 Fevereiro de 1919 já localizei sua certidão na conservatória de MOGADOURO meu avo. nascido em 28 de Fevereiro de 1912 cidade?? aqui começam meus problemas..as poucas pessoas que estão vivas na família dizem que ele e era de TRÁS - OS - MONTES outros dizem que ele era de BRAGANÇA, suas famílias foram para o Brasil não sei em qual ano mas imagino que foi por volta de 1930 talvez um pouco antes os dois se casaram em São Paulo na igreja do calvário em São Paulo Meu problema e esse preciso averbar o casamento em Portugal antes de dar inicio a cidadania para minha mãe. Meu avo na verdade chamava-se ALBERTO .........., mas perdeu seus documentos no Brasil, e quando tirou os doctos no Brasil ficou apenas ALBERTO .......... filho de MANUEL ................ E ROSALINA .......................... POR FAVOR, SE PUDER ME DE UMA LUZ, LHE PECO ENCARECIDAMENTE. LHE SEREI ETERNAMENTE GRATO. OBRIGADO AUGUSTO
Meu nome é
Carlos ......, sou de Manaus - Amazoanas - Brasil e meu pai
procura a muito tempo e sem sucesso, conseguir a certidão de
nascimento de meu avô ou avó, mais está muito difícil pois o
único documento que temos é a certidão de casamento deles
que foi celebrado aqui em Manaus. Deixa eu explicar
melhor...
Estive estes
dias na Conservatória Geral de Guimarães procurando a
certidão de minha avó Maria Martins Pinto, nascida em 17 de
agosto de 1901, em São Martinho, de lá me mandaram para o
arquivo, e aí também não havia nada. Disseram-me aí que
devia ir às paróquias, mas não havia tempo de continuar.
Miguel, boa
noite!!!
Gostaria de uma informação ..... Estou tentando localizar os documentos de meu avô materno, ele veio de Portugal com 16 anos , seu nome: Fausto .........................pai:Antonio ......... mãe : Maria ....................... nascimento: 16/09/1891. Segundo minha mãe ele teria nascido em Sande e se veio com 16 anos para o Brasil deve ter sido no ano de 1907. Tem alguma maneira que voces possam me ajudar? Sem mais , somos atenciosamente Mercedes
Prezados, boa noite!!!
From:
Cristiane
Prezados,
Gostaria de receber um retorno sobre o email abaixo.
Necessito localizar o local preciso de nascimento do meu avô e para isso necessito da contribuição desta instituição.
Como devo proceder?
Desde já agradeço!
Prezados Senhores,
Sr. MIGUEL MONTEIRO,
Sob orientação do CONSULADO GERAL DE PORTUGAL em SÃO PAULO, enviei uma Carta para a Conservatória do Registro Civil de Celorico de Basto, pois lá se situa a Freguesia do Rego, tendo em vista que GUILHERME (...) declarou em sua CERTIDÃO DE CASAMENTO que nasceu em VILLA REGO em 16 de março de 1891. Assim, tivemos como resposta que deveríamos recorrer ao ARQUIVO DISTRITAL DE BRAGA. Então, via telefone estabeleci contato com o Sr. Felipe, que procedeu à pesquisa e não localizou a tal CERTIDÃO DE NASCIMENTO. Desta forma, recorri aos demais ARQUIVOS DISTRITAIS. Mas, estes exigem o local correto de nascimento, e isso é, justamente, o que desconhecemos. Um funcionário da Conservatória de Peso da Régua, disse-me que talvez, no passado alguma localidade se denominava VILLA REGO, e possivelmente, teve seu nome alterado. Será que esse é o caso? Em seguida, recorri às Dioceses, pois a CERTIDÃO DE BATISMO traz a localidade do nascimento. Mas, as respostas também foram negativas. Alegam as Dioceses que as CERTIDÕES DE BATISMO não estão em seu poder. NÃO SEI MAIS A QUEM RECORRER.POR FAVOR AJUDE-ME! OBRIGADA, NUELY
Prezado Sr. Miguel Monteiro
Prezados Senhores, ---- Original Message ----- From:
Bom dia.
As iniciativas nacionais de integração e de diversidade cultural Encontro Internacional de especialistas Roma de 23 a 25 de Outubro de 2006
To: 'coordenador@museu-emigrantes.org ' Ex.mo(a) Senhor(a),A UNESCO e a Organização Internacional para as Migrações (OIM) organizam um encontro internacional de especialistas de Museus das migrações, integração e diversidade cultural, que decorrerá em Roma, na sede da Comissão italiana para a UNESCO, de segunda-feira 23 até quarta-feira 25 de Outubro de 2006.
Este encontro que reúne os representantes dos
principais museus das
migrações pelo mundo visa favorecer as trocas de experiências,
de conteúdos e de boas práticas entre os países de acolhimento tendo
desenvolvido iniciativas deste tipo, contribuindo para a criação de uma
rede internacional de especialistas que continuará a trabalhar após o
Gostaríamos de enviar um convite ao vosso museu, […] director ou outro representante que terá de ser um especialista das questões de migração, integração, diversidade cultural e/ou memórias e narrativas. […] para participar activamente neste encontro internacional e na rede de especialistas […]. Estamos ao vosso dispor para quaisquer informações acerca deste Encontro Internacional de Especialistas de Museus das Migrações, Diversidade Cultural, Integração dos Migrantes. Obrigado pela vossa colaboração, Cordialmente, Unidade de Integração Psicológica e Cultural
Caro Miguel, não tenho palavras para agradecer tamanha gentileza. (...) Fiquei em dúvida quanto ao sobrenome PINTO, visto que na certidão de nascimento do meu pai consta PINHO e não PINTO. Quero crer que tenha sido algum erro de sotaque entre o meu avô e a pessoa que lavrou a certidão. Estou curiosíssima para saber se tenho algum parente vivo em Fafe ou em qualquer outra parte de Portugal. Preciso lhe dizer que meu pai também se chamava Leonardo (...) e que nasceu no Brasil. (...) - Mais uma vez, muitíssimo obrigada por tudo. Caso consiga alguma informação sôbre parentes meus por favor me avise. Nessa árvore que o Sr. me enviou consta que meus bisavós tiveram 13 filhos e que um dêles chamava-se João, nascido em 6/6/1855, porém ao lado do nome vem um ponto de interrogação e não consta nenhum dado a mais. Quero crer que esse João seja o meu avô João (...) que veio para o Brasil e aqui morreu. Acho que a data de nascimento dêle vem de encontro com o nascimento do meu pai em 1897 estando então meu avô com 42 anos. Bom, (...) mas fiquei tão emocionada com todos esses novos. (...) Um grande abraço da amiga Regina
Ilmo. Sr. Miguel Monteiro, Bom dia Conheci o vosso site através de um grupo de discussão chamado Diálogos Lusofonos Sou emigrante portuguesa desde 1978 aqui em São Paulo, Brasil, nasci em Coimbra (1960), morava em Lisboa quando vim com a minha família as memórias dos emigrantes são tão diferentes que quem aí mora em Portugal é como se nós tivéssemos outra relação com o mundo! Parabéns pela vossa iniciativa atenciosamente Constança
Prezados Senhores, Venho solicitar a colaboração desse Museu para localizar descendentes do casal Albino Oliveira Guimarães e Luísa Mendes Oliveira, que consta da genealogia de Mendes de Oliveira Castro. O objetivo da pesquisa é obter mais informações sobre a casa que o casal possuiu de 1879 a 1890, na rua São Clemente, no Rio de Janeiro, hoje Museu Casa de Rui Barbosa, pertencente à Fundação Casa de Rui Barbosa. Atenciosamente,
Exmo Sr. A Santa Casa da Misericórdia de Ovar tem a funcionar no seu Centro Comunitário um Instituto Sénior vocacionado para pessoas com mais de 55 anos que mantenham gosto pela cultura, aquisição de conhecimentos e convívio. Dentro das várias disciplinas leccionadas temos a de “História” que, para além das aulas teóricas, se complementa com uma visita de estudo mensal e que no corrente de Maio será a Fafe. Gostaríamos, pois, de saber quais as possibilidades de facultar uma visita ao Museu do Emigrante, para um grupo máximo de 15 alunos acompanhados do professor da disciplina para o próximo dia 26 de Maio às 1000h. Certa de que dará toda a atenção possível a este nosso pedido, aguardamos a vossa confirmação. Sem outro assunto e agradecendo desde já a atenção, Vera Marques
Estou tentando a solicitação do documento de nascimento de meu avô de nome ... Gomes Ferreira filho de .... Gomes Ferreira e ..... Gomes Ferreira, segundo informações teria nascido no ano de 1901 em Coimbra, porém seu casamento e obito foi registrado no Brasil na cidade de Jardinesia.
Fui ate esta cidade e consegui
as certidõeso que me apresenta a cidade de Campinas como sendo de nascimento
porém sabemos que ele era REALMENTE de Portugal e não entendemos o porque
desta informação portando como não tenho certeza dos fatos gostaria de
solicitar a gentileza dos senhores e me dar uma luz nesta procura ja que não
tenho obtido muito sucesso, pois encontro me em outro país (Brasil). Desde
já fico agradecido a gentileza e na espera de um contato.
Visconde de S. Lázaro
O Visconde de S. Lázaro, Miguel José Raio, nasceu a 7 de Maio de 1814 (403) - na Freguesia da Sé e faleceu a 14 de Agosto de 1875 no Bom Jesus do Monte, vítima de uma congestão ao receber a notícia da sua falência no Pará.
Caro, Escrevo com o objetivo de encontrar alguma informação sobre onde poderia encontrar o Registro de Nascimento de meu avô, fiquei muito feliz ao encontrar o site do Museu do Emigrante que trata de uma maneira muito séria e profissional do registro e história dos emigrantes Portugueses, que como meu avô um dia deixou Portugal rumo ao Brasil. Sou brasileiro e meu Avô chamava-se Joaquim ..... (nasc. em 01/01/1909-Vinhós) filho de Alexandre ..... (nasc. em 27/02/1883-....) e Angelina de Jesus (nasc. em 19/02/1881-........), eles chegaram ao Brasil no Porto de Santos em 03/Setembro/1912 Gostaria de explicar que já tentei obter tal informação nos seguintes locais mas não tive sucesso, pois não localizaram o registro nos arquivos de: - -Arquivo Distrital de Braga Apesar dos detalhes que tenho, os quais obtive no documento de identificação de estrangeiro já feito no Brasil, não consegui localizar o Registro de nascimento do meu avô, então pensei que talvez pelo registro de saída de emigrantes portugueses rumo ao Brasil poderia obter alguma pista, imagino que ele deveria ter partido de Portugal no mês de Julho ou Agosto de ...... Portanto gostaria de solicitar alguma orientação de como devo proceder para tentar localizar o registro de nascimento do meu avô. Agradeço antecipadamente Cezar
letter
DEAR MIGUEL MONTEIRO, My impression was that you are doing exactly the right things, especially to have the local politicians to be involved and commited to the project. I will send a separate letter of thanks to Dr. Jose Ribeiro suggesting a strong support to your Emigrant Museum. Our trip to Finland via Lisbon and Madrid was OK and we met the Ambassadors of Finland in both the countries. There was much work to do in my office after a trip of 8 days and I had to travel North to Seinäjoki for a meeting of the Finnish Emigrant Museum. I gave there a short report of our travel to Fafe and about your Emigrant Museum. Our project manager there is Ms Eija Kätkä and she has lived for 20 years in Spain before returning to Finland last year. I hope you two could perhaps get in touch by e-mail. Perhaps you could develop a project and apply money from the EU. Eija knows Spanish language as she lived in Spain for 20 years. She can understand Portuguise, so you could write to he in Portuguise. Eija´s e-mail is: I wish all the success to your Museum. Perhaps we will see in Sweden next year. with best regards
O Brasil é Portugal e, de certa forma, Portugal é o Brasil
Caro Professor Miguel
Quando estive em Portugal, em 1995, me parecia que o século 19 era pouco explorado nas pesquisas das Universidades Portuguesas. Não comentei nada com ninguém até encontrar com um professor da Universidade do Algarve com quem tive oportunidade de conversar quase uma tarde toda. Depois de quase três horas de conversa, criei coragem e perguntei a ele se eu tinha razão sobre a falta de estudos sobre o
Fiquei surpreso porque a primeira resposta dele foi uma risada, na verdade uma gargalhada. E ele acrescentou: Por que nós portugueses iríamos estudar o
O Brasil é Portugal e, de certa forma, Portugal é o Brasil. Acredito que todos os mecanismos de aproximação dos nossos estudos, das nossas pesquisas, são fundamentais para se conhecer o século 19 nos dois países. Os laços entre Portugal e Brasil nunca foram cortados, ´nós temos percebido isso na Arquitetura. Fafe e Amparo são, para nós, como cidades irmãs.
Visitei Almerim em 1995. Almerim é uma cidade "brasileira", até nas intervenções, nas
Além disso, o povo, embora o povo português seja mais reservado, nunca se passaram mais de duas horas para que a conversa fluisse como se os interlocutores se Enfim, o Museu, as páginas Memória - Destino, são parte desses mecanismos de aproximação e de divulgação dessas culturas que me parecem muito parecidas. Um abraço, Roberto 13-05-2005
Comunidades: Palacete brasileiro de Fafe vai acolher Museu da Emigração
JGJ.
Olá Prof. Miguel Queremos expressar o nosso apreço por esta iniciativa impar. Estamos à sua disposição naquilo que for necessário e agradecemos muito a sua visita. Abraços
Pr. Henrique Terena
Prezado ..., Há mais de uma década que estou a desenvolver pesquisas relativas as migrações portuguesas e a as comunidades portuguesas na Argentina. Terei muito prazer em enviar alguma das separatas dos artigos o da minha tese de doutoramento (Rutgers University, 1997).
Subject: Parabéns e muitas Felicidades! Hoje, navegando na Net, tive uma grata surpresa de encontrar-me com o Museu da Emigração. Você não imagina a minha felicidade e a minha profunda alegria. A página está
linda, muito bem funcional e com uma programação visual de primeiríssima.
(...) Mesmo assim, Portugal e todo esse belíssimo norte em que Fafe se inclui fortemente, vivem quase que cotidianamente em minha mente. E as lembranças são muitas! (...)
NOTICIAS da CONVENÇÃO CÍVICA de FAFE J. Verdasca Terminou agora a Convenção Cívica das Comunidades organizada pela FAPF (Federação das Associações portuguesas de França) e pelo Museu da Emigração e Das Comunidades e do Município Fafense, organização eficiente e perfeita, quer aqui reuniu militantes das comunidades de todos os continentes, e cujas intervenções - objectivas, concretas, e de alto nível cívico - se constituíram numa grande lição de cidadania em prol dos anseios, interesses, e direitos da Diáspora portuguesa nos quatro cantos do Globo. E talvez nenhum outro município português reunisse as condições que aqui encontramos, dado que Fafe esta intimamente ligada a Diáspora, não apenas pela maravilhosa obra já realizada com a implantação da casa da cultura em Porto seguro, como ainda - e especialmente - devido a ser o primeiro e único município português a criar um vasto e rico museu da emigração. E, para aquilatar do nível da Convenção, da profundidade dos temas debatidos, e dos resultados conseguidos, nada melhor que a conclusão dos trabalhos constante na carta que a seguir apresento:
V JORNADAS DE HISTÓRIA LOCAL DEBATEM MIGRAÇÕES COM A PRESENÇA DE ESPECIALISTAS :: 2003-11-14 O Pelouro da Cultura da Câmara Municipal de Fafe promove a realização das V Jornadas de História Local, ao longo do próximo dia 21 de Novembro, uma sexta-feira. Assegurada está a participação dos melhores especialistas nacionais da área das migrações, de Universidades de Lisboa, Porto, Aveiro e Universidade do Minho. A edição do ano em curso vai centrar-se fundamentalmente no tema “Migrações: História, Economia e Encontro de Culturas”, numa altura em que está em formação em Fafe o Museu da Emigração e das Comunidades Portuguesas, área que à Autarquia interessa abordar e aprofundar. Trata-se de um tema fundamental numa perspectiva nacional e local, se atentarmos a que Portugal tem mais de 4 milhões de concidadãos dispersos pelo mundo e que importa valorizar. Fafe é também um pouco “produto” das migrações, em especial para o Brasil, no século XIX e primeiras décadas de XX e para a Europa, no último meio século. Daí que se justifique a abordagem desse importante tema da História Nacional e, naturalmente, Local nas jornadas. Tal como as edições anteriores, estas Jornadas dirigem-se à população docente dos estabelecimentos de ensino do concelho, aos seus diferentes níveis, aos estudiosos, historiadores e público em geral, prevendo-se a presença de mais de duas centenas de participantes. O programa das Jornadas que se realizam a partir das 10h00 da manhã, inclui, na parte da manhã, as comunicações: “A Coroa e os particulares na formação económica do Brasil. 1500-1600”, pelo Prof. Doutor Aurélio de Oliveira (Faculdade de Letras da Universidade do Porto); “A Europa e as Europas – vectores e estruturação dos grandes surtos migratórios contemporâneos”,pela Prof. Doutora Maria Virgínia Coelho (Universidade Nova de Lisboa); “Mitos e realidades da emigração portuguesa, 1851-1973”, pelo Prof. Doutor Costa Leite (Universidade de Aveiro) e “O Brasil e o Ideário Republicano na Imprensa Portuguesa, 1889-1891”, pela Dra. Luísa Maria Gonçalves Teixeira Barbosa; De tarde, a partir das 15h00, abordam-se os temas “Os efeitos da emigração (para a França) no Minho Interior”, Prof. Doutor Albertino Gonçalves (Universidade do Minho); “A imigração em Portugal: e Agora? O Caso dos Nacionais do Brasil”, pela Prof. Doutora Maria Beatriz Rocha Trindade (Centro de Estudos das Migrações e das Relações Interculturais / CEMRI – Universidade Aberta); "País de emigração ou país de imigração? Mudança e continuidade no regime migratório em Portugal", Prof. Doutor João Peixoto (Universidade Técnica de Lisboa); "Os Diários do Governo como fonte para o estudo da emigração portuguesa", pelo Dr. Aureliano Barata e "O museu da emigração e da comunidades – um desafio para a identidade lusófona em espaço web”, Mestre Miguel Monteiro. A sessão de encerramento está prevista para as 18h00 e inclui a entrega do Prémio de História “Câmara Municipal de Fafe” à jornalista Paula Nogueira pelo seu trabalho “João Crisóstomo: Vida e Obra”. No âmbito das V Jornadas de História Local vai ser lançada a obra “Fafe – Apontamentos de História Local”, de Artur Ferreira Coimbra e o nº 10 da revista cultural “Dom Fafes”. As inscrições estão a decorrer até ao dia 18 de Novembro, devendo ser enviadas pelo correio ou entregues na Casa Municipal de Cultura ou pelo fax 253 490 909. Os interessados também podem inscrever-se via e-mail, para o endereço cmfafe.imprensa@mail.telepac.pt, indicando o nome, instituição onde trabalham, morada, telefone e outros contactos úteis.
Granja do Ulmeiro, 22 de
Junho de 2004 Integrado na peça pretendo apresentar algumas fotografias, não só da minha terra mas de locais de acolhimento e destino dos emigrantes nessa muito falada época de sessenta. Esta encenação, caso se venha a concretizar, será integrada na CENORÉM, um festival de teatro que a Câmara Municipal de Ourém tem desenvolvido desde há meia dúzia de anos. Há dias ao fazer uma pesquisa no Google sobre emigração/imagens,principalmente em França, encontrei a exposição A emigração portuguesa em França. Pretendo fazer uma recolha de algumas imagens, também já fiz este pedido a alguns dos meus conterrâneos, para apresentar nessa peça. Não serão precisas muitas. Se V. Exa. puder dispor de algumas imagens de arquivo que nos falem do passado que me possa ceder ficarei muito grato. O objectivo é apresentá-las em video-projector durante a peça. Por outro lado ao ver a exposição A emigração portuguesa em França surgiu-me a ideia de, com a devida autorização, a poder reproduzir para a expor no salão de Outeiro das Matas cuja Associação é ACROM - Associação Cultural e Recreativa de Outeiro das Matas, freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias (Castelo de Ourém) 2490 Ourém. Ainda hoje há muita gente que continua emigrada. Eu, por exemplo, tenho três irmãos que vivem na região de Paris. Apresento a V. Exa. os meus cumprimentos António de Jesus Oliveira
Continuo na obstinada luta pela minha cidadania portuguesa. Não vejo a hora que este desejo seja alcançado. Hoje estive no Consulado Português da Bahia e obtive informações a respeito da nova etapa a ser vencida. Pediram-me a "Certidão Narrativa de Registro de Nascimento para efeitos diversos" do meu pai Francelino de Castro. O registro é no. 20 do ano 1902 na Conservatória do Registro Civil de Fafe. Eu tinha a certidão conseguida com a sua ajuda..Acontece que forem efetuadas modificações legais quanto à data do nascimento, o acréscimo da certidão do casamento com a minha mãe e a certidão de óbito, que agora fazem parte desta informação. O Consulado solicita o novo registro com estas alterações definitivas, afim de que eu dê segmento ao processo para alcançar a cidadania portuguesa. Como precisei da sua valiosa ajuda da outra vez, preciso mais uma vez. Estou a pedir o favor de que você obtenha este registro e me envie o mais rápido possível e os custos desta operação. Agradeço antecipadamente este grande favor ao mesmo tempo que peço desculpas por todo este trabalho. Aproveito ensejo para desejar, a você e a sua família, um Santo Natal e um Ano Novo repleto de felicidade e saúde. (...) os votos de um Santo Natal e a alegria de um Novo Ano, com um até breve.
Museu de Fafe : Mensagem de Apoio e de Solidariedade
Caros amigos
Desde ha alguns anos que
um dos projectos da nossa Federaçao era o de participar à criaçao de
um Museu da Emigraçao que fosse, ao mesmo tempo, um Centro de
Documentaçao e de Informaçao sobre a problematica da emigraçao
portuguesa no mundo. As mais diversas entidades a quem nos dirigimos nunca levaram a sério as nossas propostas, embora todos saibamos que um tal Museu seria, certamente, um dos mais visitados, porque em quase todas as familias portuguesas – sobretudo naquelas de mais fracos recursos- ha sempre uma historia de emigraçao;
Foi em boa hora e com
alguma surpresa, no decorrer da Convençao das Comunidades
Portuguesas, realizada o ano passado na Ponte da Barca, que
assistimos à apresentaçao do projecto de Museu que, com o apoio da
Câmara de Fafe, se preparava nesta cidade. Desde logo aderimos à ideia e ao projecto e, desde essa data, temos agido para ajudar a que esse projecto se transforme numa verdadeira realidade.
Sabemos todos que uma
tal iniciativa levara algum tempo a ganhar a dimensao que todos
desejamos, mas com o esforço de todos e de todas as comunidades
portuguesas espalhadas pelo mundo, acreditamos, duro como ferro, que
o Museu de Fafe sera um exemplo digno de registo e merecedor de todo
o carinho e de todo o apoio. A nossa historia é parte integrante da historia do nosso povo, e é nosso dever preservar a memoria dessa epopeia, sobretudo agora quando os ultimos actores começam a desaparecer.
Ja nao temos um Ferreira
de Castro, para imortalizar, em romances que ficaram na historia da
nossa literatura, a historia da emigraçao e dos nossos emigrantes,
os filhos do nosso povo "que nao couberam no berço", como tao bem os
definiu o grande Miguel Torga. O Museu de Fafe guardara, para sempre, a memoria das nossas nossas vidas e historias.
Aqui poderao vir buscar
inspiraçao e matéria de reflexao, muitos pesquisadores e outros
estudiosos que, tantas vezes, sao obrigados a atravessar fronteiras
para contactar com as nossas realidades e poder escrever sobre
elas.
A partir de agora, a
cidade de Fafe, pela sua feliz iniciativa, ficara também na historia
das cidades que se preocupam com a historia dos Fafenses, mesmo
quando eles vivem para além fronteiras e, para além desses Fafenses,
a historia de tantos portugueses, doutras regioes e doutras cidades,
que sairao assim do anonimato a que foram lançados durante todos
estes longos anos de afastamento, longo e doloroso, das suas terras
e dos seus. Parabéns aos que arregaçaram mangas e uniram vontades para dar vida a tao lindo projecto.
O apoio ao Museu, no
seio da FAPF, esta a cargo dos meus companheiros Parcidio Peixoto e
Manuel Fonseca, grandes Fafenses e grandes activistas do movimento
associativo português neste pais; com eles, transmito a todos os
obreiros do Museu da Emigração as minhas mais sinceras saudações
associativas, com a reafirmação do nosso empenho em colaborar
activamente no seu sucesso, presente e futuro.
José Machado Presidente da Federação das Associações Portuguesas de França
Presidente do Conselho
Mundial das Comunidades Portuguesas
COM PEDIDO DE DESCULPAS, Permita-me V.Exa. que deixe aqui um pequeno apontamento sobre a Emigração portuguesa no Canada que teve inicio precisamente ha cinquenta anos e que as Comemoracoes tem sido imensas e c/ sucesso. -Foi a partir de 1953 que comecaram a chegar portugueses com destino as provincias de Quebec e do Ontario. Estas zonas sao ainda hoje os grandes polos de atraccao e de fixacao da nossa gente, mantendo-se mais de 50 por cento na provincia do Ontario, particularmente em Toronto. Em 1974 as estatisticas oficiais apontavam para mais de 91 mil imigrantes, sendo a maioria oriundos dos Acores (65% ?).Para estes continua a ser mais facil chegar ao Continente Americano do que propriamente a Europa. Neste continente facilmente se integram e a ele chamam ja a 10a. ilha acoriana. Em 1998, um Parlamentar Federal, ao falar da imigracao e mencionando dados estatisticos, referiu que a populacao canadiana de origem portuguesa ronda 900.000 do Atlantico ao Pacifico. Inicialmente os portugueses viram-se destinados a actividades agricolas e linhas do caminho de ferro, mas em breve eles enveredaram pela construcao, industrias metalurgica, automovel e vestuario, sector de limpeza e construcao. Mas este panorama alterou-se substancialmente com a chegada de tecnicos e profissionais nos varios ramos de actividades e com o conhecimento adquirido de uma das linguas oficiais. Hoje existem em Toronto, Montreal e em outras cidades dezenas de empresarios, comerciantes e industriais, assim como um numero cada vez mais crescente de luso-descendentes com cursos universitarios e cursos tecnicos. Ha medicos, engenheiros e advogados; altas especializacoes variadas...profissionais e industriais... artistas nas mais variadas facetas...estacoes de radio e televisao ...funcionarios do governo a varios niveis... vareadores e parlamentares. No Canada, ao contrario do que acontece em muitos paises europeus,os portugueses conseguiram implantar a sua cultura de forma solida. Assim nas grandes cidades podem encontrar-se areas predominantemente portuguesas, ruas com nomes portugueses nas fachadas de casas comerciais, onde podem comprar-se todo o genero dos produtos alimentares,desde as alheiras, chourico, das farinheiras ao presunto, do queijo a manteiga e dos pasteis de Belem a lampreia de ovos, alem de dezenas de restaurantes. E ainda possivel assistir a missa em paroquias portuguesas, participar nas procissoes de Nossa Senhora de Fatima, do Senhor Santo Cristo dos Milagres, do Senhor da Pedra. na procissao e funcoes do Divino Expirito Santo ou nos arraais dos santos populares. Assim dentro do segundo maior pais do mundo, um "Mini-Portugal" foi construido pelos imigrantes portugueses. Cumprimentos amistosos -Mano Belmonte- Toronto/Canada 17-11-2003
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